Ir casar com custo

Casar é uma verdadeira aventura e preparar o casamento também. Se estás a pensar em dar o nó deves saber que tens muitas contas pela frente, especialmente se tens um orçamento limitado. Descobre quanto custa casar! Se você está pensando em fazer um casamento na praia, então este post é pra você! Geralmente, o clima leve de um casar na praia pode dar uma impressão errada sobre o planejamento que este tipo de evento exige. Engana-se quem pensa que é mais fácil (e, muitas vezes, mais barato) organizar a cerimônia dos seus sonhos à beira-mar. ''Irse'' is a Spanish verb that often causes confusion, as it means the same as ''ir'': 'to go'. However, ''irse'' has some very specific implications, which you will learn in this lesson through ... Pode ir do custo zero com uma simples aparelhagem e cd’s; como pode subir a 2000 (e talvez mais) com música, animação e illuminação. 0-2000€ 4.- Convites, “save the date” e cartão de agradecimentos. Aqui mais uma vez pode ir do zero com e-mails e sites; até um preço de 10 euros gastos (no máximo) nisto tudo por convidado. 0 ... Em Portugal, pode casar-se pelo civil, pela igreja ou outra forma religiosa. Os únicos valores fixos do casamento são os registos na conservatória, que são obrigatórios para qualquer casamento. A partir daí, o valor do casamento vai depender do tipo de festa que escolher, do fotógrafo que contratar, do local e do número de convidados. Photos. Family Affair! See Kris Jenner and More Celebrities' 3-Generational Photos. Seeing triple! Kris Jenner, Goldie Hawn and more celebrity grandparents have posed for epic three-generational ... Casar Industries Limited is a leading brand form China. Currently the company is associated with eWorldTrade. Casar Industries Limited now operates globally. Get variety of products in reasonable prices from Casar Industries Limited all around the Globe. Depois da emoção do pedido, tem início a fase mágica de um enlace. Imaginar todos os itens, como será o vestido de noiva ideal, ir listando os elementos da decoração do casamento que querem, e tantos outros. É nesse momento que o casal percebe que a conta pode ser bem mais longa do que imaginavam.Por isso, antes de pensar em modelos de lembrancinhas para casamento, é importante e ... Se o custo do terreno foi, por exemplo, R$ 80 mil e foram gastos R$ 150 mil com a construção, então o contribuinte informa R$ 230 mil. ... IR 2019: Dicas para quem vai declarar ações pela ... Casar é mais do que uma bonita festa em que se partilha a alegria de uma nova etapa com família e amigos. Existem uma série de questões formais sobre as quais deve refletir antes de efetivar essa decisão perante a lei. Depois disso… Seja muito feliz - afinal é esse o grande objetivo de todo este processo.

Portugueses nos Estados Unidos como é que conseguiram o visto ou residência permanente?

2020.08.30 19:53 HairlessButtcrack Portugueses nos Estados Unidos como é que conseguiram o visto ou residência permanente?

Eu tenho uma namorada americana e ela quer vir para cá mas feitas as contas com o custo de vida vs ordenado - renda de casa que teríamos de pagar é nos impossível de viver cá.
Eu sei que a melhor opção é casar mas não estamos confortáveis com a ideia, não nos importamos com a união de facto mas tanto quanto sei isso não é uma coisa nos Estados Unidos.
Sei também que neste não me é possível ir para lá mas gostava de saber as minhas opções quando for.
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2020.06.15 04:52 altovaliriano Shae (Parte 3)

Uma prostituta aprende a ver o homem, não seu traje, caso contrário acaba morta numa viela.
(ACOK, Tyrion X)
Martin começa a trajetória de Tyrion em A Tormenta de Espadas já estabelecendo o destino de Shae. Tywin e Tyrion estão discutindo sobre a sucessão de Rochedo Casterly quando entram no assunto sobre Alayaya, Tysha e Shae. Curiosamente a pergunta parte do próprio Tywin:
E aquela seguidora de acampamentos no Ramo Verde?
Que importa? – perguntou, sem querer nem mesmo proferir o nome de Shae em sua presença.
Não importa. Não mais do que me importa que elas vivam ou morram.
(ASOS, Tyrion I)
Como sabemos pelo último capítulo, Tywin se importa, sim. Shae aparece no julgamento testemunhando contra Tyrion e falando de estar com ele desde Ramo Verde, um detalhe que dificilmente escaparia a Tywin. Além disso, nesta primeira conversa, o pai de Tyrion completa com uma sentença interessante:
E não tenha ilusões: esta foi a última vez que tolerei que trouxesse vergonha à Casa Lannister. Acabaram-se as putas. A próxima que encontrar em sua cama, vou enforcar.
(ASOS, Tyrion I)
E interessante que Tywin tenha ameado enforcar Shae se a encontra-se na cama de Tyrion, pois, como o verbete sobre Shae na Wiki Gelo e Fogo sinaliza, Tyrion fez exatamente isso com Shae quando a encontra na cama do pai em seu último capítulo do livro.
A primeira vez que vimos Shae foi em um encontro no quarto de Varys, à pedido (e insistência) de Tyrion. O anão havia determinado que usaria este encontro para dar um fim na relação com Shae, em decorrência das ameaças do pai, especialmente depois que Tywin citou explicitamente a “seguidora de acampamentos no Ramo Verde” logo no capítulo anterior.
O encontro parece ser um encontro típico entre os dois, exceto que há nas duas partes desejos ocultos. Tyrion quer tirar Shae da corte e Shae deseja exatamente o contrário. Quando Tyrion aborda o assunto de maneira direta, a garota troca imediatamente de assunto, procurando massagear o ego do anão:
Shae – disse –, querida, esta tem de ser a última vez que ficamos juntos. O perigo é grande demais. Se o senhor meu pai encontrá-la...
Gosto da sua cicatriz. – A moça percorreu-a com um dedo. – Faz com que pareça muito feroz e forte. [...] O senhor nunca será feio aos meus olhos. – Ela beijou a escara que cobria os restos destroçados do seu nariz.
(ASOS, Tyrion II)
Shae insiste em não dar ouvidos a Tyrion durante toda a conversa, se limitando a tentar manipulá-lo a deixar ficar na capital. Toda aquela compaixão pelo novo ferimento adquirido de Tyrion não contém qualquer coerência, porque a garota continua tão inescrupulosa e insensível quanto era em A Fúria dos Reis. Sua maior preocupação ainda são bens materiais e sua falta de empatia por Lollys Stokeworth ainda é gritante:
[…] O senhor vai me devolver agora as joias e as sedas? Perguntei a Varys se ele podia me dá-las quando você foi ferido na batalha, mas ele não quis. Que teria acontecido com elas se tivesse morrido? [...]
Posso ir ao banquete de casamento do rei? A Lollys não quer ir. Disse-lhe que ninguém deverá estuprá-la na sala do trono do rei, mas ela é tão burra.
(ASOS, Tyrion II)
Entretanto, nem tudo é repetição nessas frases arrogantes de Shae. No meio de tudo, há uma pequeno trecho de diálogo de importância futura. Quando Tyrion tenta fazer com que a prostituta compreenda o perigo que Tywin oferece à vida dela, a garota apenas responde “Ele não me assusta”.
Esta simples sentença revela que GRRM estava sutilmente costurando elementos nesta primeira conversa que seriam trazidos de volta novamente na última cena de Tyrion e Shae juntos. Quando a garota o vê nos aposentos do pai, ela se assusta e começa a disparar justificativas. Entre estas justificativas, ela justamente se contradiz dizendo “Por favor. Seu pai assusta-me tanto” (ASOS, Tyrion XI).
Naquele primeiro diálogo, Shae sabia que Tyrion havia perdido seu cargo e, com isso, até mesmo sua permanência como aia de Lollys dependia inteiramente de ela manter seu disfarce. Àquela altura, o anão não tinha mais poderes de lhe arranjar uma nova colocação para ela, e por essa razão a garota sabia que tinha que tentar extrair de Tyrion o máximo que conseguisse.
Com isto em mente, fica claro que GRRM faz da cobrança de promessas antigas uma metáfora visual para Shae tentando segurar Tyrion via dominação sexual. Segundo o próprio Tyrion (ASOS, Tyrion VII), seu pênis era o orgão responsável por fazê-lo agir tolamente frente a manipulação da garota. E é justamente por aí que Shae o está segurando na cena, literalmente:
Não quero sair. O senhor me prometeu que eu voltaria a me mudar para uma mansão depois da batalha. – A boceta dela deu-lhe um pequeno apertão, e ele começou a enrijecer de novo, dentro dela. – Um Lannister sempre paga as suas dívidas, você disse.
(ASOS, Tyrion II)
Ao perceber que não vai conseguir nada por esta via, Shae passa a falar sobre o casamento de Joffrey e elabora um plano para que Tyrion a leve consigo, em troca de favores sexuais durante a festa. Aqui a garota não está mais se valendo da dominância, mas tentando persuadir o anão. Por isso, Shae passa a afagar o órgão sexual ao invés de prendê-lo:
– […] Eu encontraria um lugar em algum canto escuro abaixo do sal, mas sempre que se levantasse para ir à latrina, eu poderia escapulir e ir encontrá-lo. – Envolveu a pica dele nas mãos e afagou-a com suavidade. – Não levaria roupas de baixo sob o vestido, para que o senhor nem precisasse me desatar. – Os dedos dela brincaram com ele, para cima e para baixo. – Ou, se quisesse, podia fazer-lhe isto. – Enfiou-o na boca.
(ASOS, Tyrion II)
Quando Tyrion mostra que está veementemente decidido a que ela não deixá-la ir, Shae se retrai para a cortesia fria. Tyrion está pensando em como concederia facilmente o desejo de Shae, caso o pai não tivesse ameaçado enforcá-la, contrariando o que ele disse em A Fúria dos Reis, sobre o amor por Shae envergonhá-lo:
Se a escolha fosse sua, ela poderia sentar-se a seu lado no banquete de casamento de Joffrey, e dançaria com todos os ursos que quisesse.
(ASOS, Tyrion II)
Eu atribuo essa mudança de postura (de amor proibido envergonhado para amor proibido cauteloso) ao momento de Tyrion, em que ele perdeu todo o prestígio e está tentando se agarrar na única coisa de seu momento glorioso que ainda tem: Shae.
Em verdade, o comportamento de Shae espelha o de Tyrion. Ambos estão tentando arranjar um jeito de manter seu status. O anão também está tentando voltar ao poder pelas vantagens terrenas que ele oferece e não mais para “fazer justiça”. Naquele momento, Tyrion estava sendo a Shae de Tywin, pois está a todo custo tentando reivindicar direitos e reconhecimentos de seu pai.
O surpreendente é que após toda a teimosia de Tyrion, Shae finalmente cede a seu instinto de autopreservação e dá a Tyrion um parágrafo inteiro de resignação e obediência, ao fim do qual Shae apela para o cavalheirismo de Tyrion e lhe arranca uma promessa:
[...] Gostaria de ser a sua senhora, mas não posso. Se fosse, você iria me levar ao banquete. Não importa. Gosto de ser rameira para o senhor, Tyrion. Basta que me mantenha, meu leão, e que me mantenha a salvo.
Manterei – prometeu ele. Tolo, tolo, gritou a sua voz interior. Por que disse isso? Veio aqui para mandá-la embora! Em vez disso, voltou a beijá-la.
(ASOS, Tyrion II)
A prostituta parece entender que o novo momento de Tyrion exige dela uma abordagem diferente. Em suas palavras, de um homem poderoso que poderia desafiar o mundo por ela, ele agora era um cavaleiro que a protegia e resgatava do perigo:
Pensava que o senhor tinha se esquecido de mim. – O vestido dela encontrava-se pendurado em um dente negro quase tão alto quanto ela, e a moça estava em pé dentro das mandíbulas do dragão, nua. […] – O senhor vai me arrancar de dentro das mandíbulas do dragão, eu sei. [...]
Meu gigante – ela ofegou quando a penetrou. – Meu gigante veio me salvar.
(ASOS, Tyrion VII)
Shae veste tão bem a fantasia de donzela que chega a declarar seu amor a Tyrion e Tyrion responde em pensamento. Porém, por alguma ironia do destino, a prostituta estava querendo lhe fazer pensar que ele era um cavaleiro, enquanto o próprio Tyrion queria lhe casar com um cavaleiro de verdade para se ver livre dela:
E eu também a amo, querida. Podia ser uma prostituta, mas merecia mais do que o que ele tinha para dar. Vou casá-la com Sor Tallad. Ele parece ser um homem decente. E alto…
(ASOS, Tyrion VII)
É curioso como este é o único efeito colateral do novo estratagema de Shae. Tyrion fica tão embrigado pela ideia de ser o cavaleiro salvador da garota, que ele tem um momento de desencanto quando a prostituta sequer teme perdê-lo ao saber de seu casamento com Sansa Stark:
[…] Não me importa. Ela é só uma garotinha. Vai deixá-la comuma barrigona e voltar para mim.
Uma parte dele tinha esperado menos indiferença. Tinha esperado, escarneceu amargamente, mas agora sabe como é, anão. Shae é todo o amor que provavelmente terá.
(ASOS, Tyrion IV)
Eu penso que a indiferença de Shae se fundava em ela saber que somente corria perigo se Tyrion arranjasse outra prostituta como amante. Ela estava ciente do quão sexualmente indesejável ele era para a maioria da população de westeros e como ele era complexado com sua aparência e traumatizado com relações amorosas. Portanto, um casamento arranjado com uma jovem nobre donzela realmente não lhe representava perigo algum. Ela até mesmo tenta pedir na frente de Tyrion que Sansa a leve ao casamento de Joffrey, demonstrando que seu objetivo de participar da boa é sua real prioridade.
Porém, não há que se dizer que Shae é uma pessoa desprovidade de sonhos e fantasias. O fato é que esta fantasias não são românticas, mas delírios com mudanças de status social, luxos e riquezas. Quando Sansa a chama para ver uma nuvem no céu que parece um castelo:
É feito de ouro. – Shae tinha cabelos escuros e curtos e olhos ousados. Fazia tudo o que lhe era pedido, mas às vezes dirigia a Sansa os mais insolentes dos olhares. – Um castelo todo feito de ouro, aí está uma coisa que eu gostaria de ver.
(ASOS, Sansa IV)
Ou quando conversava com Sansa sobre Ellaria Sand e a garota apresenta sua versão dos fatos em que Ellaria seria uma espécie de Shae que “deu certo” em razão do relacionamento com Oberyn:
Era quase uma prostituta quando ele a encontrou, senhora – confidenciara a aia – e agora é quase uma princesa.
(ASOS, Sansa IV)
E são suas fantasias por status e luxo que a levam a testemunhar contra Tyrion a pedido de Cersei. O depoimento de Shae acontece logo antes de o anão pedir o julgamento por combate. Dessa forma, tudo o que a garota diz se torna juridicamente irrelevante de uma hora para outra. Essa manobra de Tyrion acaba por fazer com que Cersei se livrasse da obrigação de cumprir sua parte do acordo:
Shae, o nome dela era Shae. A última vez que tinham conversado fora na noite anterior ao julgamento por combate do anão, depois de aquele dornês sorridente ter se oferecido como seu campeão. Shae inquirira acerca de umas joias que Tyrion lhe oferecera, e de certas promessas que Cersei poderia ter feito, uma mansão na cidade e um cavaleiro que a desposasse. A rainha deixara claro que a prostituta não obteria nada até que lhes dissesse para onde fora Sansa Stark.
(AFF, Cersei I)
Interessante notar que o acordo feito por Shae consiste apenas no que Tyrion já tinha em mente em lhe dar.
O depoimento de Shae é uma peça que me chama bastante a atenção. A garota não só conta como Tyrion supostamente teria lhe tomado como amante à força e confidenciado os planos de matar Joffrey durante sua última noite juntos. Shae revela ali, perante Tywin, que era seguidora de acampamento do Ramo Verde:
Nunca quis ser uma prostituta, senhores. Estava noiva. Ele era um escudeiro, um rapaz bom e corajoso, de bom nascimento. Mas o Duende viu-me no Ramo Verde e pôs o rapaz com que meu queria casar na primeira fila da vanguarda, e depois de ele ser morto ordenou aos selvagens que me levassem à sua tenda. Shagga, o grande, e Timett, como olho queimado. Ele disse que se não lhe desse prazer, me entregava a eles, e portanto eu dei. Depois trouxe-me pra cidade, pra ficar por perto quando ele me quisesse. Obrigou-me a fazer coisas tão vergonhosas […]. Ele usou-me de todas as maneiras que há e… costumava me obrigar a dizer como ele era grande. O meu gigante, eu tinha de lhe chamar, o meu gigante de Lannister.
(ASOS, Tyrion X)
Como esta parte do depoimento era completamente desnecessária, eu fico me perguntando se ela foi bolada pela própria Shae, Varys ou Cersei. Sabemos que a garota é capaz de mentir, mas não vimos coisas com este tipo de elaboração. Como Varys é quem estava administrando o disfarce de Shae, fornecendo -lhe até histórias falsas sobre seu passado para que contasse à Tanda Stokeworth, acredito que tenha sido ele quem a orientou a assim depor.
Porém, qualquer seria o objetivo disto? Apenas para ele próprio se safar da acusação de que estava trazendo informações erradas a Cersei, algo que já lhe preocupava (ASOS, Tyrion VII)? Ou Varys queria que o depoimento de Shae chamasse a atenção de Tywin?
De fato, em uma entrevista em 16 de junho de 2014 à Entertainment Weekly, afirmou que a questão entre Varys, Shae, Tyrion e Tywin é algo que ele fará revelações nos próximos livros:
EW: Certo, e há também a questão da surpresa da hipocrisia de Tywin quando ele [Tyrion] a encontra na cama dele. Tywin sabia que ela era uma prostituta [na versão do livro isso não fica claro]? Ou ele simplesmente não ligava?
GRRM: Ah, eu acho que Tywin sabia sobre Shae. Ele provavelmente adivinhou que ela era a seguidora de acampamento que ela havia expressamente dito “você não levará aquela puta para corte”, mas que Tyrion o havia desafiado e levado "aquela puta" à corte. Quanto ao que exatamente ocorreu aqui, é algo sobre o qual não quero falar, porque há aspectos disso que eu não revelei e que serão revelados nos próximos livros. Mas o papel de Varys em tudo isso é algo para se levar em consideração.
Esta entrevista deu fundamentos para que os leitores passassem a acreditar que Varys teria influenciado Tyrion a matar Tywin. Mas, para fins desta análise, nos cabe apenas ver a situação da ótica do que aconteceu com Shae, quem até mesmo pela teoria acima seria um alvo secundário.
Assumindo que Varys tenha orientado Shae a dar este depoimento para chamar a atenção de Tywin, como é que isso a colocaria na Torre da Mão na noite anterior à execução de Tyrion? Sabemos que Cersei mandou Shae embora ás lágrimas na noite entre o depoimento de Shae e o julgamento por combate entre Gregor e Oberyn, então somente depois desta noite é que Shae provavelmente estaria suporte. Caso ela já estivesse sendo sondada por Tywin, dificilmente sairia chorando...
Eu alimento uma teoria que o ponto que fez Tywin se interessar pela garota foi a bajulação que ela confessou fazer a Tyrion. “Meu gigante de Lannister” parece ser o tipo de frase que agradaria um homem como Tywin debaixo dos lençóis. A partir daí, bastaria que Varys fizesse uma sugestão aqui, outra acolá e de repente Tywin já estava pedindo a alguém que enfiasse a menina em seus aposentos na noite seguinte.

Declarações de GRRM sobre Shae

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2020.06.06 04:37 evelyndamendes O NICE GADO. Uma história trágica sobre um gado que na verdade era nice guy

PRimeIrA vEz AqUI MIMIMI Oii lubisco, turma, editores e possível convidado. ❤️ Essa história é trágica e cômica ao mesmo tempo. É longa mas vale a pena (eu prometo). Sou baiana então pode fazer o sotaque se quiser. Tudo começou em dezembro de 2018 quando eu cheguei em Buenos Aires e fui numa igreja. La tinha um menino que vou chamar de Carls que desde o primeiro dia que eu cheguei começou a dar em cima de mim. Ele ficava perguntando aos nossos colegas como dizer elogios em português e o tempo todo ficava falando coisas para mim. Um tempo se passou e eu comecei a servir no mesmo grupo de voluntariado da igreja com ele e como tínhamos um grupo no wpp ele conseguiu meu numero. Foi aí que a bizarrice começou. Ele passava 24h mandando mensagem e a conversa no começo era até ok. OBS: as conversas estão parafraseadas pq ele não fala português Tinham momentos que eram muito cringe (já chego lá), mas no geral nos dávamos bem. Eu tava fazendo um curso de espanhol e ele fazia questão de ir até o curso depois da aula pra poder me ver e confesso que no começo eu achava fofo. Só que ele começou a se esforçar um pouco de mais e sempre que estávamos junto eu não podia abrir a boca sem ele falar o quanto eu era linda e como minha voz era música para os ouvidos dele (sim, exatamente). Ele parava as pessoas na rua só pra falar “olha pra ela, ela não é linda?” (é sério). Eu já tava ficando um pouco incomodada. Ele começou a me mandar vídeos dele treinando e com legendas como “colocando o corpo em forma pra você”, vídeo beijando O FUCKING VIOLÃO DELE e dizendo “é exatamente assim que eu vou beijar seus doces lábios” tipo ???!!. Ele começou a me seguir pra todo lado na igreja e eu não podia falar com ninguém sem que ele estivesse ao lado, eu já tava bem assustada nesse ponto. Eu já tava cortando contato com ele, mas tentando manter a simpatia e educação, até porque naquela época eu ainda era bem besta e tinha vergonha de falar as coisas na lata e tbm nós servíamos juntos na igreja e eu não queria climão. A gota d’água foi quando eu comecei a fazer amizade com um garoto colombiano da igreja tbm e ele (Carls) ficava 24/7 soltando indireta. O meu curso de espanhol era ao lado do trabalho (starbucks) do colombiano então eu passava lá as vezes pra cumprimentar e quando eu chegava em casa tinha mensagem do Carls falando “você tem passado muito tempo no Starbucks últimamente né?” ou “Ah como foi sua visita ao seu amiguinho?”. Como ele sabia nem eu sei! Eu já tava muito assustada e tentando a todo custo evitar o Carls e não dar papo. Olhando hoje pra trás eu vejo que eu deveria só ter sido curta e grossa, mas fui mt trouxa. O colombiano e eu ficamos bem amigos e ele resolveu me convidar pra célula dele e eu fui. A partir de agora começa a loucura. Chegando em casa tinha uma mensagem do Carls falando “você tem alguma coisa pra me contar?” e eu não entendi nada. Carls: vc acha que eu não vejo seu instagram? Eu tinha postado uns stories na célula. Carls: “eu sempre soube que o colombiano tava dando em cima de vc, mas eu imaginei que você seria mais esperta.” Eu fiquei super confusa e falei que não sabia do que ele tava falando e que eu só tinha ido na célula com ele. Carls: “Não sei porque eu fui perder meu tempo com vc, claramente seu coração já é dele. Você deveria ter me avisado antes assim eu não ficaria como um idiota correndo atrás de alguém que claramente quer outro.” Eu comecei a ficar bem puta nesse momento e falei pra ele largar de ser louco. O colombiano era apenas meu amigo e mesmo se fosse algo mais eu nunca dei esperança ao Carls e disse a ele que se essa era a intenção dele comigo que ele podia parar de “perder o tempo dele”. Ele fez o maior drama, falou que eu era fria, sem coração, disse que eu era muito burra por não perceber o “plano do colombiano” pediu pra eu esquecer que ele existia e apagar o número dele. Aí eu falei “tá bom” e ele disse “Eu não esperava nada diferente de vc msm, vá ser feliz com o colombiano”. Você pode achar que acabou, mas literalmente assim que ele terminou de me mandar isso ele foi NO GRUPO DA IGREJA com todos nossos líderes e colegas e começou falar. Ele dizia assim: “Família, eu preciso que vocês orem por mim. Faz dias que eu não consigo comer, nem dormir, nem parar de pensar nessa tragédia que me aconteceu. Meu coração está quebrado em milhões de pedaços, passei pela maior decepção da minha vida. As pessoas podem ser muito más. Me ajudem, família, preciso de vocês nesse momento”. Eu fiquei EM CHOQUE! Não podia acreditar que esse cara era realmente tão louco e tinha uma imagem tão distorcida da realidade. Eu tava muito puta de verdade e as pessoas, como esperado, ficaram super preocupadas perguntando o que tinha acontecido. Eu tava a ponto de esculhambar ele todo quando ele apagou a mensagem no grupo e me mandou mensagem no privado. Carls: Me desculpe. Eu sei que estou errado, mas é que te amo tanto que só o fato de pensar que você poderia estar com outro me fez ficar louco. Mas eu amo você e eu sei que Deus colocou você na minha vida, quero que você seja minha mulher, eu to sofrendo tanto sem você, preciso de vc.... (ele falou mais mil coisas como elogios e mais merda e eu vou simplesmente resumir por aqui.) Eu falei que ele era louco e eu realmente não entendia porque ele estava agindo como se isso tivesse acontecido há dias sendo que fazia tipo 1 hora. Falei que foi ridículo o que ele fez no grupo e que eu não queria ter nada a ver com ele ou a vida dele. Vocês acreditam que o MISERÁVEL me mandou ler 1 Coríntios 13? (aquele que fala sobre o amor que tudo suporta, perdoa, etc) Falou que eu TINHA que perdoar ele, que DEUS PERDOA TUDO e que o NOSSO amor era maior que tudo. Que eu não podia jogar nossa história no lixo por conta de um erro besta, que a gente ia ser feliz junto e que ele ia ser o melhor ESPOSO que eu pudesse imaginar Eu realmente fiquei em choque, não podia acreditar que existissem pessoas tão loucas que vivem em uma própria realidade dentro da cabeça. Eu demorei um pouco para racionar, mas de alguma forma eu conseguir falar alguma coisa. Parafraseando eu disse mais ou menos isso: Eu não sou Deus e eu não sei de onde você tirou que eu te amo. Éramos amigos até você começar com suas insanidades e me afastar completamente. Por favor, não fale mais comigo. Depois disso ele saiu falando mal de mim pra todo mundo, me bloqueou de tudo que é lugar e bloqueou o colombiano tbm. Plot Twist: 2 meses depois dessa loucura o colombiano e eu começamos a sair sem pretensão nenhuma e hoje rimos juntos dessa história na nossa casa com nosso cachorrinho chamado Benji. Estamos juntos há 1 ano e 2 meses e pretendemos nos casar. Fim
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2020.05.11 05:03 altovaliriano Jon Snow (Parte 5)

Começo o texto como uma pergunta: se Jon tivesse se oposto à migração dos selvagens para a Dádiva ainda haveria motim? Em outras palavras, eu estou querendo saber se Bowen Marsh ainda tramaria contra Jon apenas com base na execução de Janos Slynt e na deserção para lutar contra os Boltons.
A reposta desta questão é necessária para entender a natureza dos acontecimentos em Castelo Negro a partir do momento em que Janos Slynt é executado. A impressão mais comum é que as decisões impopulares do Lorde Comandante vão contrariando as facções representadas por Bowen Marsh e Othell Yarwyck, até esgotar a paciência deles quando Jon Snow resolve dar batalha a Ramsay Snow.
Porém, isso não é inteiramente verdade. Eu ouso dizer que ainda haveria motim mesmo que Jon acatasse todos os conselhos de Marsh em relação aos selvagens. O problema de Marsh com o novo Lorde Comandante eram pessoais, e se tornaram ainda mais pessoais com a morte de Janos Slynt.
No final de A Tormenta de Espadas, depois de nove turnos de votação, havia apenas sete candidatos ao cargo de Lorde Comandante, mas apenas cinco com número considerável de votos. Bowen Marsh era o quinto colocado, Othell Yarwyck era o quarto. Entretanto, Yarwyck demorou mais tempo do que Marsh para começar a perder votos:
Depois da noite passada, restavam sete. Sor Denys Mallister reunira duzentos e treze penhores, Cotter Pyke, cento e oitenta e sete, Lorde Slynt, setenta e quatro, Othell Yarwyck, sessenta, Bowen Marsh, quarenta e nove, Hobb Três-Dedos, cinco, e Edd Doloroso Tollett, um. Pyp e suas estúpidas brincadeiras. Sam verificou as contagens anteriores. Sor Denys, Cotter Pyke e Bowen Marsh vinham todos perdendo votos desde o terceiro dia e Othell Yarwyck, desde o sexto. Só Lorde Janos Slynt subia, dia após dia após dia.
(ASOS, Samwell IV)
Somente depois da décima votação foi que Marsh resolveu ceder sua candidatura e declarar a apoio a ninguém menos do que Janos Slynt, justificando seu voto a partir da experiência de Slynt à frente dos Capas Douradas em Porto Real:
Foi seguido por Bowen Marsh, que se ergueu comuma mão no ombro de Lorde Slynt. – Irmãos e amigos, peço que meu nome seja retirado desta escolha. O ferimento ainda me causa problemas e temo que a tarefa seja grande demais para mim... mas não para Lorde Janos aqui, que comandou os homens de manto dourado emPorto Real durante muitos anos. Vamos todos lhe dar o nosso apoio.
(ASOS, Samwell IV)
Porém, na verdade, todos sabemos que essa experiência é apenas uma fachada, um pretexto empregado por Marsh para enfiar a palavra “Porto Real” em seu discurso. Muitos apologistas de Marsh e do motim em Castelo Negro gostam de apontar Marsh como um legítimo homem da Muralha, visceralmente contrário à Patrulha tomar partido em assuntos dos Sete Reinos.
Entretanto, essas alegações não resistem a qualquer releitura. Desde a eleição, Bowen Marsh vinha utilizando o nome de Tywin como forma de persuasão à candidatura de Slynt:
– Lorde Tywin é favorável a Slynt – disse Bowen Marsh, numa voz inquieta e ansiosa. – Posso lhe mostrar a carta dele, Othell. Chamou Slynt de “o nosso fiel amigo e servidor”.
(ASOS, Jon XII)
Que importava a um legítimo homem da Patrulha da Noite se o Trono de Ferro preferia este ou aquele candidato? Com isto não estou querendo dizer que não seja inteligente da parte de Marsh preferir o candidato que conta com o apoio do governo central dos reinos que ele jurou defender. O próprio Jeor Mormont deu o comando da primeira patrulha de Waymar Royce para “não ofender” Lorde Yohn Royce (AGOT, Tyrion III), alguém notoriamente menos poderoso do que Tywin.
Ocorre que Marsh não é Jeor Mormont. Marsh não tem a mínima vontade de se manter neutro nos assuntos dos homens. Mesmo após a morte de Tywin, Marsh continua insistindo a Jon que se oponha a Stannis:
– Eu sei o que dizem. – Jon ouvira os sussurros e vira homens se afastarem quando ele cruzava o pátio. – O que eles queriam que eu fizesse? Que pegasse em armas contra Stannis e contra os selvagens? Sua Graça tem três vezes os homens que nós temos e, além disso, é nosso hóspede. As leis da hospitalidade o protegem. E nós temos uma dívida com ele.
– Lorde Stannis nos ajudou quando precisamos de ajuda – Marsh disse obstinadamente –, mas ele ainda é um rebelde, e sua causa está condenada. Tão condenada quanto estaremos se o Trono de Ferro nos considerar traidores. Devemos ter certeza de não escolher o lado perdedor.
Não pretendo escolher lado algum – disse Jon –, mas não estou tão certo do resultado desta guerra como você parece estar, senhor. Não com Lorde Ty win morto. [...] O leão em Porto Real é um filhote, e o Trono de Ferro é conhecido por fazer homens crescidos em pedaços.
(ADWD, Jon III)
O início da resposta que Jon dá a Marsh é mais próxima do que poderíamos esperar de um homem da Patrulha da Noite. Entretanto, Jon não se limita a isso, fazendo um cálculo político até razoável, que põe tudo que Marsh falou em perspectiva.
Se fosse a intenção de Bowen apenas entrar nos cálculos do custo-benefício para a Patrulha da Noite, deveria então ter respondido a Jon que Tommen até podia ser criança, mas Roose Bolton não era, tampouco Ramsay, e ambos poderiam sentir a necessidade de intervir na Patrulha se ela continuasse a apoiar Stannis.
Contudo, Bowen não faz isso. Sua nova linha de argumento revela que ele não gosta de Stannis, porque ele é um rei herético, enquanto Marsh é fiel aos Setes (como apontei no último texto):
– Ele pode ser um menino, senhor, mas... o Rei Robert era bastante amado, e a maioria dos homens ainda aceita que Tommen é seu filho. Quanto mais eles veem Lorde Stannis, menos o amam, e gostam ainda menos da Senhora Melisandre, com seus fogos e seu sombrio deus vermelho. Eles reclamam.
(ADWD, Jon III)
Bowen Marsh não liga realmente para a Patrulha ou neutralidade política, seus problemas estão mais ligados com a quebra do status quo. E sua convicção quanto a isso é forte o suficiente a ponto de leva-lo a decisões absurdas.
Por exemplo, quando deixou Castelo Negro para ir combater o Chorão na Ponte das Caveiras, Bowen deixou como castelão Sor Wynton Stout, um cavaleiro desmemoriado com mais de 80 anos de idade, simplesmente pelo fato de que ele era o único cavaleiro ungido na guarnição:
[Jon]: – Se Marsh partiu, quem foi que o nomeou como castelão?
O armeiro soltou uma gargalhada.
[Donal Noye]: – Sor Wynton, que os deuses o protejam. O último cavaleiro no castelo, e tudo mais. O problema é que o Stout parece ter se esquecido e ninguém se apressou em lembrá-lo disso. Suponho que sou o melhor que temos agora como comandante. O mais feroz dos aleijados.
(ASOS, Jon VI)
O mesmo acontece quando ele se opõe a nomeação de Cetim como intendente de Jon, Couros como novo mestre-de-armas de Castelo Negro (ADWD, Jon VIII) ou quando inventa um desculpa para fazer com que recrutas sulistas façam seus votos no septo ao invés de diante dos represeiros na Floresta Assombrada (ADWD, Jon VII).
Nada disso foi “surgindo com o tempo”. São questões pessoais de Marsh que acompanham Marsh desde que ele desistiu da candidatura em prol de Janos Slynt. Quando Bowen se aliou ao ex-capa dourada, estava deixando claro sua oposição a Stannis (cuja intenção era deixar passar pela Muralha os selvagens “convertidos”). Após a eleição de Jon, Bowen era facilmente seu terceiro opositor mais influente, depois de Janos e Alliser.
O mesmo não acontecia com os demais candidatos. Othell Yarwick, por exemplo, que sempre aparece ao lado de Bowen para contestar as decisões de Jon, não era motivo de preocupação. Primeiro porque ele era conhecido por ser uma pessoa tratável:
[Cotter Pyke]: Othell é um seguidor, faz o que lhe dizem, e faz bem, mas não passa disso.
(ASOS, Samwell V)
Othell Yarwyck não era um homem de fortes convicções, exceto naquilo que dizia respeito a madeira, pedra e argamassa. O Velho Urso sabia disso.
(ASOS, Jon XII)
Porém, em segundo lugar, a razão principal do porquê Othell não era de longe tão perigoso quanto Marsh decorria justamente do fato de ele ter, mesmo sem convicção, apoiado Jon:
Seja como for, agora que estou aqui em pé, não me lembro por que foi que pensei que Slynt seria uma escolha assim tão boa. Isso seria como dar um chute na boca do Rei Stannis, e não vejo como é que isso nos é útil. Pode ser que o Snow seja melhor. Está há mais tempo na Muralha, é sobrinho de Ben Stark e serviu o Velho Urso como escudeiro. – Yarwyck encolheu os ombros. – Escolham quem quiserem, desde que não seja eu. – E sentou-se.
(ASOS, Jon XII)
Com efeito, Bowen Marsh era tão perigoso que conseguia angariar apoio mesmo entre os seguidores de Yarwick, como ocorreu no impasse com os Selvagens capturados por Stannis e libertados na Dádiva.
Marsh sugeriu que a Patrulha desse a oportunidade dos Selvagens voltarem para suas vilas e que os Portões fossem selados. Jon Snow concorda que o argumento é bom, mas algo lhe diz que seria uma decisão da qual se arrependeria depois, pois precisava de pessoas patrulhando o outro lado. Mas Marsh discorda, pois homens demais foram perdidos em batalha.
– Se selarmos os portões, não poderemos enviar patrulheiros – observou. – Seremos tão bons quanto cegos.
– A última patrulha de Lorde Mormont custou um quarto dos homens da Patrulha, senhor. Precisamos conservar as forças que nos restam. [...]
(ADWD, Jon III)
O que interessa neste impasse é que, embora Marsh não tenha conseguido convencer Jon e os Patrulheiros, ele consegue convencer os intendentes e até os construtores, homens de Yarwick (quem, como vimos, apoiou Jon na eleição):
[Dywen}: – Sele nossos portões e plante nossos gordos traseiros negros na Muralha, sim, e o povo livre vem fervilhando da Ponte das Caveiras ou através de algum portão que você pensou estar fechado há quinhentos anos – o velho patrulheiro Dywen declarara em voz alta durante o jantar, duas noites antes. – Não temos homens para vigiar a mais de quinhentos quilômetros da Muralha. Tormund Terror dos Gigantes e o maldito Chorão sabem disso também. Já viu um pato congelado em um lago, com os pés no gelo? Funciona do mesmo jeito para os corvos.
A maioria dos patrulheiros fez eco com Dywen, enquanto os intendentes e os construtores se inclinavam para Bowen Marsh.
(ADWD, Jon IV)
Jon levou algum tempo para decidir o que fazer com Alliser Throne (um pouco mais de 2 meses, segundo A Mais Precisa Linha do Tempo), porém deixou Marsh no cargo até o momento final. Após a eleição, Bowen se aproximara “para dizer que ficaria feliz por continuar sendo Senhor Intendente” se Jon o aceitasse (ASOS, Jon XII). Se Jon fosse um jogador político, teria nomeado Samwell ou outra pessoa próxima para o cargo, ao invés de ter o único candidato que se aliou a Janos Slynt lhe servindo.
Isso, porém, não quer dizer que Jon estivesse desatento à possibilidade de Marsh o trair.
Quando Marsh estava alegando que a Patrulha ser inimiga dos selvagens e ter feito votos neste sentido, Jon lembra que não há nada nos votos sobre isso. Diante do silêncio de Bowen e Yarwick, Jon dá ordens a cada um que concordam a contragosto. Neste momento, Jon lembra das palavras de Melisandre, indicando saber que de um deles poderia surgir um motim:
– Sim, Lorde Snow – respondeu Bowen Marsh.
E Jon pensou, Gelo, ela disse, e adagas na escuridão. Sangue congelado vermelho e duro, e aço nu. Sua mão da espada flexionou. O vento estava aumentando.
(ADWD, Jon XI)
Entretanto, isso só torna a situação mais desnecessariamente desafiadora para Jon. Ele conhecia os perigos e os riscos, e os correu sem nenhum motivo plausível. Caso ele tivesse cuidado de todos os aliados de Janos como tratou de Alliser Thorne, talvez não teria que ficar com Melisandre buzinando premonições no ouvido.
Possivelmente, Jon parou de dar crédito aos poderes de Melisandre no momento em que ela errou a previsão sobre Alys Karstark chegando na Muralha. Mas isso é assunto para a próxima parte do texto.
O que eu queria estabelecer aqui é que Bowen Marsh não deixaria passar em branco a deserção de Jon, independentemente se os Selvagens fossem mandados embora. Afinal, mesmo depois que Slynt perdeu a cabeça e Tywin estava morto, Bowen continuava a pregar a obediência ao Trono de Ferro. O mesmo Trono de Ferro que estava patrocinando os Bolton como novo Protetores do Norte, que havia legitimado Ramsay e enviado a falsa Arya para se casar com o novo Senhor de Winterfell.
Na verdade, Jon sempre imperava nos debates contra Marsh e Yarwick. Esse cabo de guerra entre Lorde Comandante, Primeiro Intendente, Primeiro Construtor e, às vezes, o Septão servia para deixar o Lorde Comandante cada vez mais dependente de seus homens do Povo Livre, até o ponto em que Jon Snow estava fazendo planos primeiro com Tormund para só depois discuti-los com seus homens.
Haverá uma parte 6.
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2020.03.29 06:10 laizeneves Estou me sentindo muito incomodada com certas atitudes minhas;

Estou me sentindo muito incomodada com certas atitudes minhas;
Quando busco na memória percebo que tais atitudes não são de hoje.
Hoje escrevi um texto no Reddit respondendo ao desabafo de um jovem, sobre as dificuldades de se conseguir uma namorada;
Eu disse que sai de um relacionamento longo, e quis aproveitar ao máximo essa "nova" liberdade adquirida. E é a mais pura das verdades.
Hoje sinto falta de ter uma pessoa do meu lado, as vezes queria ter uma namorada para chamar de minha, tem o lance sexual, não posso ser hipócrita e dizer que não me importo com isso, mas também não é o ponto mais importante. O fato é que as vezes sinto muito a falta de ter alguém ao meu lado.
E eu começo a entrar em umas nóias muito loucas, as vezes tenho a "certeza" que a mina está me dando mole, encasqueto isso na minha cabeça e demora se um longo tempo até ir embora;
Vivemos hoje na era das mídias sociais, onde você consegue acompanhar os passos que as pessoas dão ao longo do seu dia a dia, isso "nos" torna participantes da vida do nosso crush;
Mas cá para nós, tudo tem limite.
Não é errado se interessar por alguém, achar a pessoa interessante, bonita, atraente, gostosa, enfim, se sentir atraído por alguém e criar expectativas de ficar com a pessoa, e se tiver oportunidade demostrar o interesse.
Mas tudo tem limite.
As vezes quero me convencer que estou certa, que a pessoa X está me dando muito mole, e nutro esse sentimento dentro de mim, é verdade que com o tempo isso passa, mas consome muito do meu tempo e da minha mente ficar pensando em situações que me levariam a ter uma chance com essa pessoa.
Sismei com a mina da faculdade.
Agora com a mina do trabalho.
Estou escrevendo este texto por causa dessa minha "fixação" por essa mina.
É verdade que eu me sinto atraída fisicamente por ela, mesmo que não saiba nada da sua vida, exceto o fato dela ter uma personalidade muito forte.
Tentei chegar, e fiquei "convencida" que ela me deu "mole".
Por mais que isso seja verdade, não posso, não quero e não devo viver em função disso.
Posso descartar todas as formas que tenho de chegar nela novamente, como posso coloca lás em pratica, mas isso tem que ser de forma saudável e genuína;
Me veio na cabeça agora uma comparação meio louca: o Thiago Nigro sempre fala que para os investimentos um dos pontos mais negativos é a ganância, é querer muito mais do que se tem e não medir esforços para conseguir, independente da forma que será adotada para conseguir o objetivo.
A ganância cega.
E tá aí a comparação que eu gostaria de fazer, é uma forma de ganância essa falta de discernimento de saber o que posso ou o que não posso, o que devo ou não fazer.
As vezes viajo tanto nessa situação que acabo alimentando mais do que deveria;
Ela está seguindo a vida dela, pode ou não se lembrar que eu existo, e eu criando planos mirabolantes para chegar até ela, pensando no que posso fazer para retornar o nosso contato se é que um dia tivemos um, o fato é que eu quero acreditar nisso tudo;
Não a tanto tempo assim, costumava me comparar aos meus amigos homens, ficava pensando porque a grande maioria deles é tão fria, não são tão sentimentais, confesso que por vezes senti inveja, mas hoje consigo me enxergar, e entender que eu sou uma pessoa extremamente sentimental, que gosto de viver de sentimentos, sentimentos esses que me tocam, que me motivam, que me despertam, e hoje sou grata por cada um desses sentimentalismos.
Mas tudo tem limite.
Sinto medo de estar passando do ponto, por mais que seja total verdade que ela esteja me dando mole, não posso ficar nessa ânsia em querelá a qualquer custo.
Ser for pra gente beijar na boca, namorar ou quem sabe casar, vai rolar independente de qualquer coisa, preciso ter maior e melhor discernimento sobre isso.
A palavra é autocontrole/equilíbrio.
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2017.11.11 07:06 tombombadil_uk Today I fucked up: a estranha sensação de reencontrar um amor do passado 12 anos depois

A quem possa interessar, agora tem uma parte 2: https://www.reddit.com/brasil/comments/7cq1rk/today_i_fucked_up_a_estranha_sensa%C3%A7%C3%A3o_de/
Reencontrei uma pessoa muito querida para mim ontem de maneira completamente randômica. É um caso tão bizarro que não sei para quem desabafar, já que esse "relacionamento" que eu mantive há 12 anos não chegou a ser sequer um relacionamento e nunca contei dele para ninguém. Esperei a esposa dormir, sentei e escrevi um conto. Fiz uma trash account para jogar isso aqui.
Desculpem o desabafo longo, mas foi o lugar que encontrei para soltar isso.
xxxx
Aconteceu no fim de tarde de uma sexta-feira quente. A cidade impaciente se esvaía para casa nos ônibus e metrôs lotados, a onda de calor de novembro apertando o passo de quem só queria o refúgio caseiro. Saí do metrô da esperando encontrar uma noite fresca, mas fui pego no pôr-do-sol atrasado do horário de verão. Passara o dia fora do escritório em um evento extremamente técnico e só queria desligar a cabeça. Estava bem vestido, mais do que o de costume. As calças jeans escuras relativamente novas, a blusa social quadriculada que usava quando queria se arrumar – mas nem tanto – e a bolsa de couro recém-comprada para ter um ar mais profissional nesses eventos externos.
Me sentia bonito, sentia até que minha barba reluzia ao pôr-do-sol. Ridículo, né? Um pouco de contexto: sempre fui uma pessoa acima do peso e havia acabado de registrar a perda de 32 quilos e indo à academia diariamente. Como qualquer um que foi gordinha a maior parte da vida, eu estava me sentindo muito bem. Por isso, peço que sejam indulgentes comigo. Até porque esse fato é relevante para a história.
Caminhando pela praça em direção ao ponto do ônibus que me levaria para casa, me desvencilhava dos ambulantes peruanos e suas bolsas falsificadas, dos entregadores de folhetos do sex shop de uma galeria ali perto – frequentadores fiéis da praça desde que eu me entendo por gente e provavelmente responsáveis por um número considerável de árvores derrubadas para fazer seus folhetos nessas décadas – e dos estudantes, que tanto pareciam carecer de pressa. Naquela multidão de gente, me surpreendi por notar alguém que me mirava de cima a baixo logo à minha esquerda.
No começo, não me virei. Julguei ser uma daquelas ilusões que a gente tem no canto do olhar. Três, quatro, dez passos. A pessoa continuava ao meu lado e me olhando atentamente, não sobravam dúvidas. Virei o rosto e dei de cara com ela.
Eu gosto muito de ler, mas não sei se já achei na literatura algum trecho que mostre o quão chocante é reencontrar um amor perdido depois de tantos anos. Ela entrou pelos meus olhos e me atravessou por inteiro, trouxe de volta as memórias que já julgava mortas e enterradas havia muitos anos. Por dentro, eu me senti despedaçado, como se tivesse estourado um balão há muito tempo comprimido no canto do subconsciente. Eu lembrei das manhãs que passava com ela, do dia em que ela me deu um CD do Linkin Park, de quando fui embora sem me despedir e não cortei o relacionamento – tosco, incompleto e desajeitado – que nós mantínhamos.
O choque seria menor, certamente, se não houvesse uma tristeza tão cristalina em seus olhos. Ela rapidamente virou o rosto e apertou o passo, mas eu fiquei ali atrás com aquela imagem fixa na memória. Me permiti olhá-la por inteiro enquanto avançava à minha frente. Não por desejo, mas por saudade. Saudade da pele morena, do cabelo ondulado que lhe descia pelas costas da mesma forma que fazia há mais de uma década. E saudade dos olhos de arteira que ela tinha, dos quais eu só lembrei depois de vê-los tão melancólicos. Nos conhecemos no fim do segundo grau e começo da faculdade, não éramos mais crianças. Mas os olhos dela sempre me encantavam: pareciam os olhos de alguém que está ansioso e animado ao mesmo tempo, o olhar de criança que está prestes a fazer merda e sabe disso.
Por sorte, ela seguia na mesma direção do ponto de ônibus e eu a seguia com meus olhos. Não tive forças para cumprimentá-la, a vergonha falou mais alto. Ela também não quis fazê-lo e foi fácil entender porque. Ela envelhecera bem mais do que eu esperava. Tínhamos a mesma idade, eu e ela, mas lhe daria uns dez anos a mais do que eu sem pensar duas vezes. Ganhara peso, o rosto e o cabelo pareciam maltratados, a roupa era desleixada. Nenhum julgamento aqui, quem não teve seu dia de ‘foda-se o mundo’ que atire a primeira pedra. E mesmo assim fez o meu coração parar. E mesmo assim eu só queria correr para perto dela e dizer oi.
Eu e ela éramos criaturas estranhas. Nós dois vínhamos de famílias de classe baixa, nós dois estávamos em um curso de inglês pago por algum parente mais rico, nós dois começamos a trabalhar cedo, nós dois éramos excelentes alunos, nós dois fazíamos parte daquela onda de rock do começo dos anos 2000 que incluía Linkin Park, Evanescence, System of a Down e algumas outras bandas que estavam na moda na época.
Começamos a nos aproximar quando contei para ela que queria fazer XXXXX (carreira omitida). Ela também queria, por isso passamos o ano anterior ao vestibular trocando dicas, comentando provas e trocando confidências no fim da aula de inglês. Eu fazia questão de levá-la para casa todos os dias após o fim da aula de inglês e nós acabamos ficando muito próximos. Só tinha um detalhe: eu e ela éramos comprometidos. Eu namorava uma colega de escola há pouco menos de um ano e era perdidamente apaixonado por ela, apesar dela ter se tornado uma companheira extremamente abusiva ao longo do relacionamento e termos nos separado. Ela namorava um amigo de infância, tinha tudo para crer que ela também era apaixonada por ele e estava prestes a se casar dali a um ano e meio. Sim, ela casou-se ridiculamente cedo, com apenas 20 anos e teve dois filhos logo depois, pelo que eu ficaria sabendo mais tarde por acidente. Nesse período de cerca de dois anos, mantivemos esse relacionamento estranho que eu sequer sei como classificar. Recém-chegados no curso achavam que éramos namorados, apesar de nós nunca nos abraçarmos, andar de mãos dadas ou coisas do gênero. Os alunos que estudavam conosco há mais tempo e já tinham visto nossos verdadeiros namorados achavam apenas que colocávamos chifres neles. Nós nunca fizemos absolutamente nada. Não houve beijo, não houve cabeça no ombro, não houve mãos dadas. Fisicamente, nunca houve nada. Mas havia ali uma cumplicidade quase criminosa, olhares mais longos do que o necessário, um quase que jamais se tornava realidade. Talvez esse carinho fosse fruto de sermos tão parecidos e termos origens tão similares.
Mas tudo acabou sem aviso. Em um intervalo de meses, sofri um duplo revés. O parente que pagava o meu curso descobriu que estava com câncer e seus custos com saúde aumentaram drasticamente. Eu já estava trabalhando e podia pagar, mas perdi o emprego no mesmo semestre. Tudo aconteceu em um intervalo de um mês, em janeiro, e eu não pude voltar ao curso para o semestre seguinte. Era uma época diferente. As redes sociais não eram tão onipresentes (eu tinha meu bom e velho Orkut, ela achava rede social bobeira) e não havia Whatsapp. E algo em mim insistia em dizer que era errado ligar para ela, que era ir longe demais. Então eu sumi da vida dela sem aviso, sem dar satisfação. Simplesmente não me matriculei no curso e jamais toquei no assunto com ninguém, nem com meus amigos mais próximos. Doeu – e doeu muito – mas eu deixei a vida sedimentar tudo aquilo. Eu ganhei peso, meu relacionamento com aquela namorada não andava bem. Naquele momento, eu só queria sumir e não ver mais ninguém. E aquela saída brusca acabou me ajudando nesse sentido. Some aí a baixa auto-estima. Eu nunca achava que uma mulher estava dando bola para mim até elas praticamente se jogarem no meu colo. Quase todas as mulheres com quem saí tiveram a iniciativa ou deixaram bem claro que queriam alguma coisa, sempre fui lerdo ao extremo para flerte. E perdi grandes oportunidades por conta disso, mas isso é passado e não me causa dor, só uma risadas. Exceto nesse caso.
De lá para cá, soube pouco dela. Descobri por um grande acaso que ela teve dois filhos logo após o casamento (Orkut de amigo de um amigo de um amigo que estava no chá de bebê do segundo filho dela, rs). Também vi que ela não passou no vestibular para a carreira que escolhemos, senão seria mais fácil encontrá-la. O curso era bem concorrido e ela não passou duas vezes. Na terceira, já estava com filho e casada, então não avançou. Esbarrei com ela enquanto estava grávida do primeiro fazendo compras no mercado com o marido. Nesse dia, eu estava acompanhado de vários amigos, completamente bêbado e indo para uma festa na região boêmia da cidade. Trocamos um olhar meio constrangido nesse dia, nada mais. Tinha uma mágoa bem nítida nos olhos dela, mas eu ainda relutava em acreditar que eu significava muita coisa para aquela menina. Eu só iria me tocar anos mais tarde que eu, apesar de estar fora dos padrões de beleza, recebia sim atenção do sexo oposto.
Agora avançamos 12 anos no futuro. Cá estou eu, perdido, olhando para uma mulher que teve um relacionamento tão tênue e tão profundo comigo ao mesmo tempo. Ela parou e entrou em uma loja de sapatos em frente ao ponto de ônibus para o qual eu estava indo e, mesmo pela vitrine, trocamos alguns olhares demorados. Eu queria chegar perto, eu queria dizer oi, eu queria chamá-la para jantar. Mas, no auge dos meus 30 e poucos anos, eu me senti um adolescente envergonhado de 17. E uma voz bem clara ecoava na minha cabeça: “você é casado, você tem um casamento muito feliz e você nunca traiu sua esposa e nenhuma das suas outras ex-namoradas. Você não vai começar a fazer merda agora”.
E se eu fosse dar um oi, serviria de quê? Requentaria um amor adolescente que provavelmente só faria mal a nós dois? Reviveria a mágoa daquele adeus decepado, sem dar a menor satisfação? Tudo isso só transformava minhas pernas em âncoras que meus olhos teimavam em ignorar. Ela saiu da loja e, pela primeira vez naquele fim de tarde, me olhou de forma direta. Sem aquela desviada de olhar que vem um par de segundos depois, sem aquela sensação de acidente ou constrangimento. Nos encaramos por um período que, me perdoem o clichê, parecia uma eternidade. Eu sabia que aquela era a minha deixa para chegar mais perto, mas eu não fui. Ela me deu as costas e sumiu na multidão, provavelmente para sempre. Meu coração ficou ali perdido, sem saber como era possível lembrar-se de tanta coisa em tão pouco tempo.
Sentado no ônibus de volta para a casa, as memórias vinham em atacado. O dia em que ela fez uma cópia do Hybrid Theory e me deu de presente de aniversário. A vez em que eu ganhei de um amigo meu um chaveiro do Nirvana e, quando ela foi pegar para ver, sem querer seguramos as mãos por uns segundos que pareciam compreender toda a história da humanidade. Quando levei meu discman para o curso e a gente escutou junto um álbum do System of a Down no ano em que lançaram Hypnotize e Mezmerize.
É triste a vida ser tão curta, eu concluí. Tem tanto amor para se viver, tanta história que poderia se escrita a dois que nós nunca vamos conhecer. Tanta coisa inesperada que acontece num fim de tarde sem propósito, tanta coisa que a gente deixa de perceber e que acontece porque você notou alguém no canto do seu olho. E eu, muito provavelmente, nunca mais vou vê-la. Se eu tivesse a oportunidade de reviver esse momento, eu não sei o que eu faria. Chamava para tomar um café e pedia desculpa por nunca ter falado que eu era perdidamente apaixonado por ela e que vivia um relacionamento conturbado com uma companheira abusiva, mas que a baixa auto-estima me impedia de agir? Diria que havia praticamente esquecido que ela existia nos últimos 10 anos, mas que bateu um misto de culpa e carinho enormes tanto tempo depois? Não acho que nada disso valeria a pena.
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