O roteiro de filme

O mundo do cinema é muito, muito competitivo. Você deve ter a melhor ideia de todos os tempos para um filme, mas se seu roteiro não estiver formatado corretamente, existe uma grande chance de que ele nem mesmo será lido. Siga estes passos para maximizar as suas chances de ver seu roteiro na tela do cinema. Roteiro é um guia que irá definir as cenas, os diálogos e os personagens que farão parte de um filme ou de uma peça teatral. Roteiro é a forma na qual um espetáculo, como uma peça de teatro ou um filme de cinema pode ser transcrito para o papel. Estes roteiros são escritos pelo profissional chamado de roteirista. O roteiro para um filme de ficção que será um documentário Por Fernando Brito · 13/01/2020 O dia foi salpicado de manifestações ridículas da direita – e não só a bolsonarista – contra o sucesso do documentário Democracia em Vertigem, de Petra Costa, indicado ao Oscar em sua categoria. Desculpem, mas o roteiro de um filme de ficção, se a talentosa Petra Costa – não, a Academia de Hollywood não escolheu o seu filme por “petismo”, mas por técnica e criatividade – quiser, o argumento está prontinho. Pena que será outro documentário. Roteiro de Tabajara Ruas, Fernando Marés de Souza, Rogério Brasil Ferrari e Ligia Walper. Roteiro premiado no Concurso RGE/Governo RS de Cinema. Prêmio de melhor roteiro no Festival de Recife. Indicado ao prêmio de melhor roteiro adaptado da Academia Brasileira de Cinema. Leia o Primeiro Tratamento e o Roteiro de Filmagem. A superestrela da música pop Madonna vai dirigir e coescrever o roteiro de um filme sobre sua própria vida para a Universal Pictures, informou o estúdio em um comunicado nesta terça-feira. Madonna, de 62 anos, fará parceria com o roteirista Diablo Cody, vencedor do Oscar com 'Juno', para o roteiro, segundo a Universal. Sem o roteiro o diretor não tem um filme a ser filmado, sem um diretor o roteiro não passa de um amontoado de palavras, não cumprindo sua função básica de se tornar um filme. ' O Roteiro é a forma escrita de qualquer audiovisual. É uma forma literária efêmera, pois só existe durante o tempo que leva para ser convertido em um produto ... Então, quando alguém tiver dúvidas, pode indicar sem erro. O melhor lugar para se encontrar Roteiros Audiovisuais, em qualquer língua, baixar na íntegra, ler online, de graça na internet, é o Roteiro de Cinema.E vai continuar sendo por muito tempo. Fazer o roteiro de um filme pode ser uma tarefa hercúlea: exige criatividade, dedicação e persistência para que ideias maturem. Roteiristas profissionais e experientes muitas vezes demoram anos para escrever e ainda mais tempo para revisar um roteiro e fazer novos tratamentos, ou seja, novas versões da mesma história, a fim de que ela ... Saber como registrar o roteiro de um filme é um processo que muitas vezes pode ser desafiador. Afinal, a burocracia torna tudo que poderia ser simples muito mais complexo e demorado. Além disso, ninguém quer ver suas ideias reproduzidas por outras pessoas sem ao menos receber o devido crédito por sua criação.

A gentileza morreu?

2020.09.23 03:53 thoreauviano A gentileza morreu?

CENA 1. Saída do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. Entro no táxi às dez e meia da noite, depois de um longo dia que incluiu uma palestra em Maceió, um voo para Brasília, um atraso de duas horas na conexão e uma turbulência no voo para São Paulo. Dou boa-noite ao motorista, que não responde. Passo o endereço e torço para que ele abaixe o volume de, pelo menos, um dos dois rádios – o que se ouve é uma mistura infernal de pagode, estática e a voz da funcionária da central de táxis dando instruções sem pausas. Espero uns cinco minutos. Ao perceber que o motorista pretende deixar os dois volumes como estão, peço com toda a delicadeza que diminua o rádio da central – somente o da central. Ele finge que diminui, e o pesadelo sonoro continua. Depois de mais de dez minutos, antes que eu peça para trocar meu endereço em Pinheiros pelo do hospital psiquiátrico mais próximo, faço nova tentativa: pergunto, mais uma vez com delicadeza, se ele pode reduzir o volume e, quando começo a explicar que estou cansada porque me levantei às cinco da manhã, trabalhei e viajei o dia todo, o motorista me interrompe e, com a voz mais irada que já ouvi na vida, diz bem devagar: “Eu me levantei às quatro! E daí?”.
CENA 2. Um shopping center em Belo Horizonte. Abro a porta que dá acesso ao estacionamento carregando várias sacolas com frutas e verduras. Vejo uma mulher que se aproxima na direção contrária, faço um malabarismo, e seguro a porta para que ela entre. A cidadã, chiquérrima por sinal, passa por mim como se eu não existisse. Nenhuma palavra de agradecimento. Nenhum gesto. Nem ao menos um olhar.
CENA 3. Fila para a seção de frios em um supermercado de Araxá, Minas Gerais. Quando chega a minha vez de ser atendida e começo a fazer o pedido, um homem de trinta e poucos anos entra na minha frente e pede uma torta que está na outra extremidade do balcão. A atendente tenta explicar que existe uma fila, mas ele a interrompe, alegando que já escolheu a torta e ela tem apenas que embrulhar. A moça obedece. Chocada, e apontando para o jovem, viro para a senhora que está atrás de mim e pergunto: “Viu só que educação?”. Antes que ela diga qualquer coisa, ele me olha com o ar mais cínico que se possa imaginar e diz, com toda a tranquilidade: “O mundo é dos espertos. Fique esperta que isso não acontece mais”. Respondo que prefiro ser educada a ser esperta – “deixo a esperteza para pessoas como você”, emendo. Mas, antes mesmo de chegar ao final da frase, já sei que estou perdendo meu tempo.
Se você nunca viveu situações como essas em seu dia a dia ou é uma pessoa de muita sorte ou não sai de casa há séculos. Quem circula pelo mundo certamente já viu esse filme e é muito provável que tenha se perguntado: que roteiro é esse? Ou: quando foi que o mundo ficou assim? Será que estamos vivendo uma epidemia de falta de educação? Talvez uma pandemia de falta de delicadeza? Tenho ouvido relatos constantes de quem passa por experiências parecidas e a reação é sempre a mesma. Primeiro, vem a indignação; depois, a perplexidade. Todos querem entender por que foram tratados de forma que consideram injusta. E todos se perguntam: a gentileza acabou? Por que estamos agindo assim?
Trecho do livro "A Arte de Ser Leve", de Leila Ferreira.
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2020.09.13 03:05 -travis_bickle Clube da luta

Talvez esse post não tenha muito a ver com os posts habituais postados aqui nesse sub, mas eu tenho que falar disso.
Hoje eu assisti o filme Clube da Luta, do David Fincher e meus amigos, que filme! A cada minuto que passava eu sentia arrependimento e culpa por não tê-lo visto o quanto antes (estou procrastinando assistir já faz anos). É simplesmente incrível, atuações, roteiro, fotografia sem falar no plot twist. O lado ruim disso é que agora estou com mais medo de ficar com insônia ou de ter câncer de testículo e acabar ficando com uns peitões.
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2020.09.11 17:22 Miserable-Tangerine6 Queria conhecer mais vocês.

E ai galera tudo bem com vocês? Eu ando pensando profundamente sobre o estado do mundo e como chegamos aqui e pra onde teríamos que começar a ir pra melhorar depois dessa pandemia, e me pergunto, sou só eu? Esse estado quase filosófico de debate com você mesmo pra tentar melhorar como pessoa e ajudar o proximo com empatia e amor.
Eu sinceramente tenho minhas duvidas enquanto a capacidade de fato das pessoas quebrarem suas barreiras de ignorância e estado de dormência, eu sei que é possível mas tenho visto que cada vez mais a vontade de quem manda é essa. Vocês assistiram o documentário O dilema social na netflix?
Sou comunicador, ou pelo menos tento ser, tento estudar para tentar algum tipo de contato mais profundo e que de fato mude alguma coisa, se resultando do meu trabalho e modo de viver. Tenho na mais pura das vontades tentado o reddit e o 9gag pra ter algum debate efetivo. Tenho conseguido, é muito cansativo porém vale a pena quando não passa do meu limite.
Eu sou de Cuiabá, morando no interior de Mato Grosso, e agora nesse sentido das queimadas e como minha cidade natal tem a total falta de cuidado daqueles que foram eleitos para resolverem os problemas porém são os mesmos que estão agravando eles, como queimadas(15% do pantanal já era), desmatamento(o norte de Mato Grosso ainda não tem dono), corrupção (o prefeito da cidade apareceu no fantástico colocando dinheiro de propina no paletó e fazendo piada), e um estudo que em 20 anos a cidade vai se tornar inabitável.
Vim pro interior abrir minha produtora no isolamento e criar um portfólio maior pra ir embora, mexo com audiovisual, e pretensiosamente cinema. Estou em um processo de concorrer bolsa na Vancouver Film School, em um programa de roteiro deles, e acredito ter chances reais de a ganhar. Apesar de 26 anos, já tenho 6 anos de profissão, já ajudei a ganhar uma campanha eleitoral pra senado(o que me enoja até hoje), me inserindo no meio de cinema de MT e trabalhando em 7 curtas diferentes, e depois dirigindo 2 meus. Varios desses muito premiados. Inclusive o meu, DragNostra.
Meu plano inicial era fazer uma trilogia de filmes em Cuiabá, o primeiro sendo o DragNostra, ganhei um edital do extinto Minc pra ele, foi uma experiencia intensa, no final valeu a pena. Já no segundo, o Invasão, uma sátira politica com invasão alienígena que contava as eleições do estado em 2018 como uma comédia, foi totalmente ignorada pela minha produtora executiva, depois deu ter me esforçado ao máximo no Drag. Ainda um assunto a se resolver. Fiquei puto, me mudei.
Tenho alguns problemas dentro da familia materna, com minha mãe e a família dela, mas prefiro não expor por hora. Não por medo de repercussão, mas por ser o sentimento que mais consigo tirar inspiração pra escrever, porque é dolorosamente pessoal muita coisa.
Tenho uma familia e amigos que no geral me amam muito, eles se preocupam por eu ter meu tempo e processo diferentes dos deles, mas como cada vez tenho treinado mais meu poder de me comunicar, mais tenho conseguido de fato conversar com eles, existir e viver tem valido a pena.
Eu queria de fato ajudar na vida das pessoas, seja por aqui, ou pelo meu trabalho, porque tenho descoberto também nesse processo de imersão profunda que a minha vida só tem sentido quando eu ajudo em algo na do próximo, pra quando morrer eu ir tranquilo e saber que dei meu melhor.
Queria desabafar com mais pessoas, pra quem sabe não achar mais uma pessoa que posso ensinar e aprender com, e vivar algo real que saiu desse caos todo que não tem sentido. Vamo junto?
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2020.09.07 01:58 jwrdwn Pessoas pra conversar sobre coisas específicas.

eu sinto falta de ter gente de conversar sobre coisas específicas. eu curto muito trocar músicas e conseguiria tranquilo passar o dia todo só trocando músicas com alguém. escuto muito math-rock, prog rock e prog metal, midwest emo, shoegaze e afins. infelizmente não conheço ninguém com esse mesmo gosto pra conversar.
minecraft também é algo que gosto bastante. alguém pra jogar junto seria muito bem vindo. gosto de jogar pensando mais na estética do mundo, curto bastante o estilo de jogo do viniccius13 e do davi.
filme de terror eu gosto de ver também. sentir tensão e levar susto do nada... não precisa ter uma história tão boa assim pra me agradar.
tô aprendendo algumas mágicas, cardistry e tentando montar cubo mágico mais rápido (meu pb é 39.21). curto falar sobre esse tipo de coisa também.
faço umas tentativas de filmmaking, curta metragens e produções audiovisuais amadoras me atraem bastante. atualmente tô desenvolvendo um roteiro pra um curta que pretendo gravar quando acabar a quarentena.
enfim, se alguém tiver esses interesses em comum e quiser conversar, eu ficaria feliz em trocar informações desse tipo.
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2020.08.07 20:32 YatoToshiro Batman Returns (SNES) - Analise

Batman Returns (SNES) - Analise

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Batman Returns (Brasil: Batman: O Retorno /Portugal: Batman Regressa) é um filme norte-americano, baseado no personagem Batman da DC Comics, produzido e dirigido por Tim Burton. O diretor já havia dirigido o primeiro Batman em 1989, mas não tinha interesse em dirigir outro filme do personagem. No entanto, Daniel Waters escreveu um roteiro que deixou Burton interessado; Burton contratou Wesley Strick para fazer algumas mudanças no roteiro, excluindo os personagens de Robin e Harvey Dent, e reescrevendo o clímax.
O elenco apresenta Michael Keaton reprisando o papel principal, com Danny DeVito como o Pinguim e Michelle Pfeiffer como Mulher-Gato. As filmagens começaram em Burbank, Califórnia, em junho de 1991. Sua estreia aconteceu no dia 19 de junho de 1992.
Teve recepção positiva, embora o tom sombrio tenha sido criticado. Batman Returns tem atraído um status bem proveniente entre os fãs devido ao seu desenho de produção e o tom sombrio. Por exemplo, o diretor de animação Satoshi Kon citou como um dos seus 100 filmes favoritos. A revista Empire elegeu Batman O Retorno o sétimo melhor filme de super-heróis de todos os tempos no cinema, e o segundo melhor filme do Batman, perdendo somente para Batman O Cavaleiro das Trevas de 2008.
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Lembra que eu disse no meu post de X-Men: Mutant Apocalypse (SNES) - Analise que eu joguei a versão NES antes de jogar o jogo do X-men? Pois é. eu fui ver a versão de SNES e mano que jogo perfeito velho. (Se bem que ainda tenho que ver a versão de mega drive, mas por enquanto SNES tá sendo o melhor)
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2020.08.01 20:03 hebreubolado Crítica cinematográfica do filme Mogli - O Menino Lobo (2016) do Jon Favreau.

Os Livros da Selva é uma coletânea de contos do universo criado por Rudyard Kipling (1865–1936). Os dois Livros somam o total de quinze contos. Este filme adapta (ou ao menos tenta adaptar) de uma forma bastante recortada alguns contos que têm Mowgli como protagonista (importante ressalvar que não são todos os contos de Os Livros da Selva que têm o menino lobo como protagonista, alguns sequer se passam na Selva, ex: A Foca Branca, conto de número 4 na edição Clássicos da Zahar). Eu percebi inspirações no conto “Os irmãos de Mowgli”, o primeiro do universo do Kipling, “A Caçada de Kaa”, que narra o sequestro de Mowgli pelo Bandar-logo, o Povo Macaco, e “Como surgiu o Medo”, o conto mais mitológico em minha opinião, que narra o período de seca da Selva que os animais chamam de Trégua da Água. Em minha crítica, irei estabelecer algumas comparações do filme com a obra original do Kipling com objetivo de defender a opinião de que: enquanto um filme de animação, é um filme muito bem produzido, dirigido e criado, porém, enquanto adaptação cinematográfica de uma obra literária, deixou tanto a desejar, de tal forma que me faz acreditar que trata-se mais de uma adaptação da animação da própria Disney de 1967 do Wolfgang Reitherman do que uma adaptação da obra de Kipling, como veremos mais à frente. Para estabelecer essas comparações, utilizarei o meu exemplar de Os Livros da Selva: contos de Mowgli e outras histórias, da editora Zahar, publicado no ano de 2016, traduzido por Alexandre Barbosa de Souza.
Nota IMPORTANTÍSSIMA: compreendo e sou da opinião de que cinema e literatura são artes distintas e que possuem linguagens diferentes; também concordo que nenhuma adaptação é 100% fiel à obra literária, nem mesmo o tão renomado O Senhor dos Anéis; porém, quando usa-se o nome de um autor como fonte e principalmente sua obra como inspiração, é necessário o devido respeito à propriedade intelectual e criadora, não somente por questões jurídicas, mas por questões éticas. Sob esta premissa, vamos às comparações.
ATENÇÃO: Como trata-se de uma análise do filme, recomendo que a crítica seja lida somente por pessoas que já assistiram o filme. Se você também leu o livro e é um admirador da obra do Kipling e do que ela representa, será uma leitura ainda mais profunda.
O filme tem uma animação muito bonita; não entendo de cinema em termos técnicos, mas sem dúvidas trata-se de uma película bastante agradável de se assistir. Fora a animação de altíssima qualidade, as cores, personagens e músicas fazem do filme bastante agradável de se ver e rápido de assistir também. Incomoda-me em um filme que possui uma proposta infantil (a recomendação aqui no Brasil é para maiores de 10 anos de idade) hajam os famigerados Jump-scare. Imagine você sentado na sala assistindo com seu filho uma cena do Mowgli em um pasto verde e calmo e de repente BAM! Um tigre salta de trás da tela rugindo e fazendo um estardalhaço enorme. O recurso de jump-scare é, até mesmo em filmes adultos como no gênero de terror e suspense, considerado um recurso de baixa qualidade e previsível. Contei ao todo dois jump-scares no filme.
Em uma das primeiras cenas do filme vemos Mowgli, já na idade de menino (idade esta que permanece durante todo o filme. No último conto do Kipling, “A Corrida da Primavera”, ele já possui dezessete anos), assistindo uma assembléia dos lobos, que discutem se sua presença na alcateia deve ou não ser tolerada. Aqui já podemos perceber uma mudança drástica na história original: nos livros, Mowgli simplesmente aparece onde a alcateia Seonee vive, não levado por Bagheera como no filme retrata um pouco mais a frente. Akela e o lobo que criou Mowgli são dois lobos diferentes, não o mesmo: este último aparece nos contos com o nome de Pai Lobo apenas. Akela em hindi significa solteiro, solitário, o que não faz sentido colocá-lo como pai de Mowgli e dono de uma família. A intimidação do tigre Shere Khan provoca aos lobos foge do nosso autor britânico da mesma forma: enquanto que no filme o tigre não apenas mata Akela com um único golpe mas domina toda o bando, nos livros ele é intimidado pelos caninos.
“[…] Shere Khan talvez tivesse enfrentado Pai Lobo, mas não desafiaria Mãe Loba, pois sabia que, ali onde estava, ela tinha a vantagem do terreno e lutaria até a morte. Por isso voltou atrás, rosnando ao deixar a boca da caverna […]” (KIPLING, p. 33).
Bagheera e Shere Khan travam uma batalha durante a escolta de Mowgli em retorno para a vila dos homens; nos livros, essa luta nunca aconteceu.
Ao encontrar com os elefantes, a pantera negra pede para que Mowgli se ajoelhe e o informa da importância desses terríveis elefantídeos na criação e manutenção da Selva. Esse aspecto deve ser parabenizado por ter sido incorporado no filme: Kipling retratou os elefantes como a força criadora da Selva, e sendo Hathi, O Silencioso, o mais antigo deles. Embora a curtíssima cena tenha deixado implícito a importância dos elefantes, senti falta do personagem de Hathi, que é de suma importância em todos os contos que ocorrem na Selva.
“[…] Quando Hathi, o elefante selvagem, que vive cem anos ou mais, viu uma longa e esguia faixa de rocha seca bem no meio do rio, entendeu que estava olhando para a Pedra da Paz e, na mesma hora, ergueu sua tromba e proclamou a Trégua da Água, como seu pai antes dele havia proclamado cinquenta anos atrás.” (KIPLING, p. 185).
“[…] Shere Khan foi embora sem ousar rosnar, pois sabia, assim como todo mundo, que, no final das contas, Hathi é o Senhor da Selva” (KIPLING, p. 191)”.
O antagonismo inexistente de Kaa: a temível Píton é apresentada no filme como uma vilã que, após revelar a história de Mowgli para ele, tenta devorá-lo. Este personagem também foi desconstruído e teve sua personalidade alterada, assim como vários outros, que comentarei mais à frente. Nos livros, a píton é vista como um animal sábio e astuto, mas que respeita Mowgli como o Senhor da Selva que ele se tornou. A primeira vez que ele é mencionado na obra é no conto “A Caçada de Kaa”, aquele citado mais acima, que retrata o sequestro de Mowgli. Percebendo sua incapacidade de perseguir o Bandar-Log, o Povo Macaco, Baloo e Bagheera decidem pedir ajuda à píton em troca de alguns cabritos. Após relembrar Kaa de que o Bandar-log costumava chamá-lo de perneta, minhoca amarela, a pantera e o urso acabam convencendo a píton a se unir à eles na caçada aos macacos para resgatar Mowgli. O antagonismo de Kaa no filme pode ter várias explicações (que infelizmente só nos seriam acessível diretamente pelo diretor ou roteirista), porém, me parece que colocar uma cobra como vilã é um reforço de um esteriótipo medíocre. A cobra malvada. Não, sr. Favreau, isto não existe no universo de Kipling. Muito embora astuto e um caçador destemível, Kaa não apenas ajuda nesse conto em específico como também em “Cão Vermelho”, quando auxilia Mowgli na batalha contra dos lobos contra os cães vermelhos, chamados de dholes (inclusive, é nesse conto que Akela morre devido à feridas causadas na batalha contra os dholes, diferentemente da sua morte estúpida no filme com uma só mordida de Shere Khan, o que nos demonstra uma ideia bastante frágil de um lobo alfa que deveria estar a frente de sua alcateia e portanto, se o mais forte entre todos os lobos. Akela morre com pelos brancos como neve, ressaltando sua idade avançadíssima). Neste conto, Kaa fornece a Mowgli ideias de como combater e sair em vantagem contra os dholes, além de protegê-lo no rio durante o seu percurso e ser também ativo no plano de Mowgli para emboscar os dholes na toca das abelhas, etc etc.
Nem é preciso informar que não, Baloo não salvou Mowgli de ser comido por Kaa em Os Livros da Selva. Ainda no primeiro conto, “Os irmãos de Mowgli”, o Conselho da Alcateia está decidindo o destino do filhote de homem. A Lei da Selva, código de ética e moral que rege a todos os povos livres com exceção do Bandar-log, intercede a favor de Mowgli:
“Pois bem, a Lei da Selva dispõe que, em caso de disputa do direito sobre um filhote a ser aceito pela alcateia, pelo menos dois membros, além do pai e da mãe, devem interceder ao seu favor.” (KIPLING, p. 35). Adivinhe quem fala por Mowgli além dos seus pais lobos? Isso mesmo. O velho Baloo, encarregado de ensinar a Lei da Selva para os filhotes, fala em nome do menino. Sendo assim, falta apenas mais um voto. Baloo era o único fora da alcateia que tinha direito de falar no Conselho; sendo assim, restava convencer um lobo entre a alcateia para que Mowgli fosse aceito.
Porém, não foi isso que aconteceu: Bagheera intercede e, não podendo votar por não ser parte da Alcateia Seonee, argumenta em cima da Lei da Selva:
“ — Ó Akela, ó Povo Livre — ronronou -, não tenho voto na assembléia de vocês, mas a Lei da Selva diz que, não se tratando de um caso de morte, se existe uma dúvida quanto a um novo filhote, a vida dele pode ser comprada por um certo preço. E a lei não diz nada sobre quem pode ou não pagar esse preço. Estou certo?
[…] — Agora, além do voto de Baloo, acrescento um touro, e um bem gordo, que acabei de matar a menos de um quilômetro daqui, para que o filhote de homem seja aceito de acordo com a lei. Seria possível?” (KIPLING, p. 35–36). Oferta esta que o Povo Livre aceitou prontamente. Concluímos, portanto, que Baloo não apenas conheceu Mowgli desde sua chegada na Alcateia Seonee, mas foi o responsável, junto com Bagheera, por sua aceitação na alcateia. Esta alteração no roteiro do filme pode ser explicada pelo fato de que a linguagem do cinema requer algo mais dinâmico e rápido que os detalhes da literatura. Foi a forma do Favreau contar como Mowgli chegou na Selva e introduzir Baloo no filme, dois coelhos em uma cajadada só, como dizem por aí.
“E foi assim que Mowgli entrou para a Alcateia dos Lobos de Seeonee, ai preço de um touro e graças às palavras favoráveis de Baloo.” (KIPLING, p. 37) A ausência nos filmes desse aspecto da história faz com que a obra tenha um déficit e deixe de retratar uma parte bastante importante nos contos de Kipling: as reflexões filosóficas por trás do conto, tais como: o valor de uma vida entre os lobos, o conceito de moralidade (certo e errado), o valor de um homem, a questão da Lei da Selva sendo usada na prática (o que no filme não passa de uns versos engraçados que são recitados em uma decoreba), etc.
A mudança da personalidade de Baloo no filme é o que mais me irrita nessa adaptação: nos contos de Kipling, Baloo é o professor da lei da selva, como citei mais acima, e no filme, quando ele pergunta a Mowgli se os lobos cantam, o menino responde negativamente e recita para ele a Lei da Selva (dialogo que acontece no minuto 40 do filme, aproximadamente) , Baloo responde “Aí, isso não é uma canção. É um monte de regra!” FAVREAU, AMADO??
Transformar o professor da Lei em um urso trapalhão reforça o fato de o filme ser uma adaptação do filme da Disney, como citei mais acima, e acabou empobrecendo o roteiro no que diz respeito aos conceitos profundíssimos que Kipling introduz através de Baloo, desde a importância da sociedade e união (no conto “A Caçada de Kaa”), as lições que acompanharam a educação do garoto desde que ele tinha entre onze e quinze anos e até mesmo os detalhes da própria Lei da Selva, que no filme os lobos simplesmente recitam aos quatro ventos, e nos contos é aprendida desde filhotinhos pela boca do próprio Baloo.
No conto “Tigre! Tigre!”, após Mowgli decidir sair da alcateia e ir para a vila dos homens, realmente Shere Khan influencia os filhotes e habita a Pedra do Conselho, como mostrado no filme, mas esse reinado sobre os lobos dura apenas algumas páginas, ao passo de que quando Mowgli retorna para a Selva (a sua estadia na vila dos homens também foi omitida no filme), acaba dando um jeito no tigre, mas isso trataremos mais a frente.
A cena de Mowgli salvando o filhote de elefante também não existe nos contos. Também me incomoda a incapacidade de falar dos elefantes, visto que todo bicho na selva, na obra de Kipling, tem essa capacidade. Os elefantes são inteligentes como todos os outros e seu líder, Hathi, como já dito mais acima, não apenas era o mais inteligente de todos, mas o verdadeiro Senhor da Selva e criador da própria.
As engenhocas de Mowgli realmente são importantes nos contos, como no filme mostra, mas a motivação do sequestro não foi a Flor Vermelha, tão desejada pelo Rei Louie. Essa cena é tão distante da obra e das intenções do Kipling que merece, mais que todas as outras, ser tratada com mais detalhes:
Primeiro, O REI LOUIE NÃO EXISTE! Uma das características mais importantes do Bandar-log é sua incapacidade de ser organizados socialmente, por isso não têm líder. No filme, criar um personagem e colocá-lo no cargo de líder do Bandar-log acaba desconfigurando o mesmo e também o desconstruindo, o que aconteceu aconteceu com vários personagens, como vimos acima.
“- Escute, filho de homem — rugiu o urso, e sua voz ressoou como o trovão numa noite quente. — Ensinei a você a Lei da Selva inteira, que vale para todos os Povos da Selva, menos para o Povo Macaco que vive nas árvores. Eles não têm lei. São marginais. Não têm fala própria, mas usam palavras roubadas que ouvem por aí enquanto espiam e esperam no alto dos galhos. Os costumes deles são diferentes dos nossos. Eles não têm líder. Não têm lembranças. São bravateiros, fofoqueiros e fingem ser os maiorais e estar sempre prestes a desempenhar grandes feitos na selva, mas é só uma noz cair no chão que desatam a rir e se esquecem de tudo. Nós da selva não queremos nada com eles. Não bebemos onde os macacos bebem, não vamos aonde os macacos vão, não caçamos onde eles caçam, não morremos onde eles morrem. Alguma vez você me ouvir falar do Bandar-log até hoje?
- Não — respondeu Mowgli num sussurro, pois a floresta ficou muito quieta quando Baloo terminou.
- O Povo da Selva os mantém longe das bocas e das cabeças. Eles são muitos, maus, sujos, despudorados e desejam, se é que se concentram em algum desejo, ter a atenção do Povo da Selva. Mas nós não prestamos atenção neles nem quando atiram nozes e porcarias em nossas cabeças.” (KIPLING, p. 54). Segundo: a motivação do Bandar-log em sequestrar Mowgli não era para ter a flor vermelha, isto é, o fogo, e se espalhar pela floresta, mas sim simplesmente ter a atenção do Povo da Selva e usar as engenhocas de Mowgli ao seu favor. Nesse trecho que se segue, vemos mais uma vez a incapacidade de terem um líder, por isso a impossibilidade de existir um Rei Louie, dentre outros defeitos bastante característicos do povo macaco:
“ […] Eles viviam no topo das árvores, e, como os bichos raramente olham para cima, os macacos e o Povo da Selva nunca se encontravam. […] Estavam sempre a um passo de ter um líder, suas próprias leis e seus costumes, mas nunca chegavam a fazê-lo, pois sua memória não durava de um dia para o outro […]. Nenhum dos bichos conseguia alcançá-los, mas, em compensação, nenhum dos bichos lhes dava atenção, e foi por isso que ficaram tão contentes quando Mowgli foi brincar com eles e ouviram como Baloo tinha ficado bravo.
Nunca aspiraram realizar coisa alguma — no fundo, o Bandar-log nunca aspira a nada -, mas um deles teve o que lhe pareceu uma ideia brilhante e contou os outros que Mowgli seria muito útil para a tribo, porque sabia amarrar gravetos para protegê-los do vento; então, se o capturassem, poderiam obrigá-lo a lhes ensinar como fazê-lo” (KIPLING, p. 55). O conto “A Caçada de Kaa” inicia-se com Baloo repassando algumas lições para Mowgli até perceber que ele esteve com o Povo Macaco. Durante um sermão (o diálogo citado acima que começa com “escute, filhote de homem”), Mowgli é sequestrado pelos macacos, Baloo e Bagheera tentam correr atrás dele, mas acabam pedindo ajuda a Kaa, como citado mais acima. A mudança na personalidade do Bandar-log, a criação de Rei Louie e a mudança no roteiro original da história no que toca à motivação do sequestro dos macacos é o pico do distanciamento entre o filme e sua obra inspiradora. No entanto, gostaria de confessar aqui que o Rei Louie era o meu personagem favorito na animação de 1967 e a musiquinha dele é realmente contagiante, haha! A motivação para manter o Rei Louie nessa versão do filme me parece mais uma demonstração de que trata-se de uma adaptação do filme da disney de 1967, e não da obra do Rudyard Kipling. A minha crítica em relação a permanência do Rei Louie é justamente por se tratar de uma das características do Bandar-log a falta de líder. No prefácio desta edição de Os Livros da Selva que tenho em mãos, o tradutor relata o simbolismo profundo por trás do Bandar-log, o que no filme ficou ofuscado, escondido e, ouso dizer, inexistente: “ Nessa estrutura social, há o nível mais baixo de todos. Nele estão justamente os parentes mais próximos dos humanos, considerados incapazes de aprimorar a organização interna de sua sociedade. Com evidente ironia, Kipling identifica o Povo Macaco com a antítese de um real esforço de construção do bem-estar coletivo. […]” (Apresentação, p. 10) o parágrafo segue-se citando o sermão de Baloo, também citado por mim acima várias vezes, aquele mesmo que começa com “escute, filhote de homem”, onde Baloo explicita com todas as letras. A cena terrível de Baloo praticando psicologia reversa em Mowgli para que ele pense que não é amado e parta para a vila dos homens de uma vez por todas é de revirar o estômago para todo leitor de Kipling. Baloo tem uma relação não apenas de amizade com Mowgli, mas também de respeito mútuo e servidão, visto que nos últimos contos Mowgli é visto como o Senhor da Selva por todos os animais, até mesmo o próprio Hathi, o mais antigo deles. Nos contos, Mowgli decide para a vila dos homens após perceber que não era mais bem-vindo na alcaeteia seeonee (isto porque Shere Khan influenciava os lobos menores e os atiçava contra Mowgli e, tendo seus pais morrido, somente Akela estava alí para interceder por ele, e sendo já um lobo idoso, não tinha muita voz contra os muitos lobos jovens fantoches do tigre), retornando apenas para dar um jeito no Shere Khan, que estava dominando a alcateia (eu vou chegar lá, calma!), e esta parte da obra também contém um simbolismo bastante profundo, mostrando a dualidade do homem entre seus instintos animais e sua civilidade que, de certa forma, acaba castrando estes mesmos instintos. Podemos interpretar de várias formas os dos “Mowglis” que aparecem nos contos de Kipling, como a dualidade presente no homem de sua razão e suas emoções, representados pelo Mowgli na Selva, sobrevivendo através de seus instintos, e o Mowgli na vila dos homens, submetido à fala dos homens, vivendo como homens nas regalias da tecnologia (não ipods ou tablets, e sim uma simples cama e uma cabana. Lembremos que tecnologia vem do grego techne, que significa arte, e logos, que significa ciência. O conceito significa, entre outros, técnica ou conjunto de técnicas de um domínio particular e/ou técnica ou conjunto de técnicas de um domínio particular). Toda essa reflexão acerca da dualidade do homem, dos dois mundos — a Selva e a vila dos homens -, tudo isso é omitido nos filmes. A cena de Mowgli na vila dos homens tem uma duração de menos de 30 segundos. O filme força mais uma batalha inexistente: desta vez, Baloo contra Shere Khan. Mais uma vez, essa luta não existe nos contos. Sendo Baloo um urso velho e gordo, muito embora seja o mestre da lei, não possui a competência de lutar com um tigre. Ele não caça, pois se alimenta de mel e plantas. A única cena de luta que existe na obra de Kipling envolvendo o urso se encontra no conto “A Caçada de Kaa”, quando ele ajuda a cobra e a pantera a lutar contra as centenas de milhares de macacos. À propósito, esta cena também foi omitida nos filmes, o que daria uma batalha épica, e substituída por uma cena estúpida onde Baloo bajula o inexistente Rei Louie para distrair os macacos. Mowgli prepara uma tocaia, já no fim do filme, utilizando suas engenhocas e a famosa flor vermelha para matar Shere Khan. Favreau, passou bem longe de novo! No conto “Tigre! Tigre!”, quando Mowgli se encontra na vila dos homens trabalhando como pastor de búfalos, ele usa destes búfalos para encurralar Shere Khan em um defiladeiro utilizando da ajuda do velho Akela e os lobos seus irmãos para tocar o búfalo contra Shere Khan. O tigre, que havia acabado de se alimentar e por isso estava preguiçoso e preferia não lutar, acabou caindo no desfiladeiro ou morrendo pisoteado (Kipling deixa a forma de morte de Shere Khan na ambiguidade). Outro detalhe que foi omitido nos filmes e possui um simbolismo profundo foi o fato de Mowgli ter retirado a pele do tigre e posta na Pedra do Conselho, onde o lobo alfa da alcateia se posta durante os Conselhos, o mesmo lugar onde Shere Khan estava quando dominava a alcateia na ausência de Mowgli. Podemos refletir bastante sobre o que isso pode significar, levando em conta que Shere Khan é a retratação do Mal na obra de Kipling. A representação de Shere Khan foi um dos dois personagens que, na minha opinião, mais se assemelharam aos originais. Mowgli dos livros é um garoto divertido, engenhoso, e ao mesmo tempo brincalhão e bastante curioso. Devido a sua educação, cresceu mais que as crianças da cidade e de uma forma mais forte e saudável. No filme, ele não passa de uma criança entre lobos; insegura, cabisbaixa e bastante incoveniente; não vemos nenhum relato explícito do humor de Mowgli, humor este que chega ao nível de fazer piadas com Kaa e o próprio Hathi, o Senhor da Selva. A mãe-loba de Mowgli teve uma boa representação, porém, senti falta do simbolismo do seu nome, Raksha, que em sânscrito significa “pedir proteção” e, ao mesmo tempo, no budismo trata-se de um demônio, que podemos interpretar como o instinto de proteção da mãe, inato e instintivo, presente em todas as espécies, e ao mesmo tempo, na sua qualidade implacável, forte e até mesmo cruel quando se trata de proteger seus filhos. O simbolismo da mãe loba foi omitido no filme, fazendo dela apenas mais uma personagem. Shere Khan é um tigre manco, e por isso somente mata gados (KIPLING, p. 29), característica essencial para a construção do personagem e também foi omitida no filme. Shere singifica tigre e khan significa chefe no idioma hindu e persa.
No mais, gostaria de reinterar, mais uma vez pois nunca é demais, que concordo com a opinião de que o cinema e literatura são linguagens diferentes e que devem ser respeitadas como o tal, mas, novamente, a partir de um momento que um filme possui a intenção e premissa de ser uma adptação cinematográfica, há coisas que devem ser levadas em conta somente por uma questão de ética e respeito para com a obra do autor. Novamente, deixo meus elogios à direção de arte do filme e qualidade de animação, mas no que toca ao roteiro e à adaptação, eu colocaria esse filme no topo da lista de frustrações, ao lado de Percy Jackson e o Ladrão de Raios. É um filme excelente para assistir com a família e as crianças certamente vão adorar. Lembrem-se, como diria Platão, uma vida sem criticas não vale á pena ser vivida. Forte abraço à todos.
Referências: KIPLING, R. Os Livros da Selva. trad. Alexandre Barbosa de Souza, Rodrigo Lacerda. Clássicos Zahar, SP: 2016.
Wallace Guilhereme. Contato: [[email protected]](mailto:[email protected])
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2020.07.26 21:48 Illustrious_Term_163 Saudades da desrealização

Quando eu era mais nova minha psicóloga disse que eu estava com sintomas "desrealização". Isso passou, os traumas que eu carregava também passaram. Porém, ainda lembro da sensação. Agora, tudo aquilo parece tão banal perto do que eu vivo hoje... as inseguranças de uma adolescente parecem nada perto de responsabilidades reais de uma adulta. Bom, esse é só mais um post com mais uma conta nova que faço aqui. Se pudessem acompanhar meu histórico, saberiam exatamente do que se trata, mas isso não importa no fim. Apenas gosto de desabafar e ouvir as opiniões das pessoas daqui. Sim, sinto falta do meu eu antigo, sinto falta de não ter nada a perder, sinto falta daquela sensação de ver tudo como um filme, de "debochar" da vida, de pensar "eu já sabia que depois de um mísero momento bom, viria um momento horrível, eu já conheço esse roteiro, é tudo programado para diversão de quem quer que seja. Aceitei meu papel de personagem, porém quero ficar de fora assistindo também". A vida é um circo de horrores, é uma tragédia por si só... o resto é consequência dessa merda. Só espero realmente que seja só isso, que não haja retorno, que a morte seja o fim. Se for qualquer tipo de teste, eu desisto. Eu aceito a nota zero e desisto. Eu não sirvo para isso. O nascimento é uma tragédia.
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2020.07.26 17:42 gingertea101 A cidade onde moro irá reabrir shoppings à partir de amanhã :(

Moro em Natal, capital do RN e - tirando o centro comercial chamado Alecrim que ficou famoso no mundo todo por estar entupida de gente em meio à pandemia - as pessoal estavam até respeitando num nível que todo dia parecia uma tarde de domingo com jogo do ABC. Ou seja: todo mundo entupido em casa.
Só que, "por pressão dos empresários" como disse a notícia do Tribuna do Norte, segunda feira vão abrir os dois maiores shoppings daqui: Midway Mall e Natal Shopping. Ambos são gigantes com ar condicionado central.
E o pior: quem se fode são as pessoas que não tem o luxo de trabalhar de casa e que realmente PRECISAM desse emprego. Tudo porque playbonzim e dondoquinha estão "can-sa-dah" de ficar com o rabo em casa. É claro que é foda pro comerciante que tem sua lojinha lá no xópis, porque se é a única fonte de rende dele/a aí lascou-se né... Mas a riachuelo, C&A e Etna não precisam abrir. Pense como não mesmo!
Triste. Eu sabia que a segunda onda de infecção taha pra chegar mas pensei que fosse de forma menos estúpida.
Parece que tô assistindo aqueles filmes de ficção merreca onde os personagens insistem em tomar decisões absurdamente burras e eu grito pra tela: ah vtnc ninguém é burro assim na vida real, que preguiça de escrever um roteiro descente!
É... pois então... :(
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2020.06.24 22:02 Neko_Yas Fui babaca por achar que sofria bullying?

Olá gatas, editores, turma que está a ver, papelões sobreviventes e luba. Minha história é da época que eu achei que sofria bullying. A história é meio longa.
Tava eu na minha escola que eu tinha entrado no sexto, então eu não tava muito acostumada com a sala e com brincadeiras tontas pois eu era muito tímida. Minha "amiga" do quinto ano tava na mesma sala que eu (vamos chamá-la de Farls). Direto ela fazia umas brincadeiras e piadas sem graça comigo, mas eu falava "se você não parar eu não vou mais ser sua amiga" e isso fazia ela parar. No começo do sétimo fomos em uma excursão e nosso monitor (vamos chamá-lo de Varls) fazia brincadeiras e atividades com a gente. Pegamos um barco e fomos para a eclusa do rio tietê. Até aí tudo bem, Varls fazendo brincadeiras para passar o tempo, todo mundo se divertindo. O problema começou quando o Varls canta a música do "fulano soltou pum e quase matou um". Eu saí de perto para não usarem meu nome e tudo ficar de boa. A excursão acabou e voltamos às aulas. Chega um dia na aula de educação física, a Farls sai correndo e cantando fulano soltou pum e quase matou um com o meu nome. Corri atrás dela pra usar minha "tática infalível", mas ela ficava dando voltas em uma mesa e minha voz é muito baixa, então eu não conseguia gritar e tinha que chegar bem perto pra falar. Eu pedi ajuda pro professor mas ele ficou me olhando com cara de bunda enquanto minha mente de criança achava que minha reputação tinha baixado pra -40. Eu achei que tudo o que tava acontecendo era bullying, então fechei a cara e não quis mais falar com a Farls e até chorei um pouco. Eu fiz o possível pra me distanciar dela naquele dia porque eu tava muito brava. Cheguei em casa, falei pros meus pais e eles falaram que era se o problema era a Farls, eu devia evitar ela. No outro dia eu tava jogando volei com as meninas e chega atrasada a Farls e entra no jogo. Eu saí e fui fazer outras coisas. A Farls foi percebendo o gelo que eu tava dando nela. Outro dia em uma aula, eu sentei com a minha melhor amiga pra fazer a atividade que a professora passou. A Farls vem do nosso lado e pergunta se o texto que ela fez tava bom. Minha amiga respondeu, mas eu só continuei de cabeça baixa e ignorei completamente ela. Eu juro por tudo que ouvi ela me chamar de nerd metida. Tudo bem que eu tirava a maioria das maiores notas da sala, mas eu não me considerava uma nerd e não gostava desse termo. Fui até a professora e contei o que aconteceu. Eu não me lembro muito bem, mas acho que a professora pediu pra ignorar. Continuei no mesmo esquema de ignorar a Farls como antes, só que ela não aceitou isso muito bem, a ponto de achar que minha ignorância era bullying. Ela chegou a comentar com minhas amigas sobre isso e a passar mais tempo com elas ( elas eram as únicas pessoas que ficavam comigo, e se elas ficassem com a Farls eu ficava sozinha). Chega o dia de São Patrício e o trabalho da vez era fazer uma armadilha pro duende em dupla. E adivinha. Eu caí com a Farls. Eu tinha feito um roteiro de filme pra pedir pra trocar de dupla ou fazer sozinha, mas a professora mandou a Farls e eu pra diretoria. A gente se desculpou, mas falei que a nossa amizade não seria como antes. No oitavo ela mudou de escola e a melhor amiga dela, a Karls, continuou na minha sala. Ela perguntou se eu tinha brigado com a Farls, e eu contei o que aconteceu. A Karls me contou então a versão que ela sabia, no ponto de vista da Farls, fazendo parecer com que ela era a coitada e eu era a vilã. Por ter espalhado mentiras sobre mim, o pouco de respeito que eu ainda tinha pela Farls acabou e eu cortei qualquer tipo de relação. Hoje eu reconheço que parte do problema foi culpa minha por não ter conversado sobre isso com a Farls, mas eu ainda me sinto extremamente insegura de conversar com ela depois de tanto tempo.
Eu fui a babaca? bjs hibixco =30
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2020.06.20 02:35 bugleader Remakes quem pode ser a proxima vitima?

Remakes quem pode ser a proxima vitima?

Saindo um pouco da politica e jogando um pouco de conversa fora...

Com tantos remakes em forma de séries e filmes, quais desenhos antigos vocês esperariam tornarem-se produções atuais, quais os prós e contras destas séries para que alguém tivesse interesse em produzir uma 'versão atual', andei navegando pela alameda da saudade e trazendo algumas opiniões minhas... e sintam-se mais que livres em acrescentar séries, pros e contras aqui. Muito do que vou comentar será no sentido de um live action, já que com animação, diversos custos seriam reduzidos. Fora a facilidade de trabalhar com temas 'atuais' digo isto pois vou falar muito de representação, que é um fator atualmente, vejam a nova série da She-ha por exemplo... (que por um lado por dar um visual mais jovem aos personagens parece ter em parte normalizado a ideia do Child Soldier - apesar de sempre ter grupos reclamando disto quanto aos animes...) Não estou entrando muito aqui com a necessidade de se mudar as roupas - uniformes etc para o gosto mais atual, isto já vimos aos montes nos filmes da DC e Marvel para ser necessário comentar, mas se quiserem jogar algumas ideias... Agora vamos viajar no Tunel do Tempo...

Bravestar - basicamente era uma animação mostrando um descendente de indigenas em um futuro parecido com um western, mais uma produção da Filmation. opening https://www.youtube.com/watch?v=_n40Un4GP6E
Prós: personagem principal de uma minoria racial, perfeito para os tempos atuais.
O melhor de tudo, este personagem tem poderes baseados em animais usados pelas tribos antigas, provavelmente seria facil usar para ligar com os povos atuais e ser super politicamente correto.
Boa parte dos cenarios seguiam um visual western (logo seria relativamente barato de faze-los fora uma montanha-base do vilão e alguns detalhes ali e aqui, mesmo os veiculos tecnologicos dos vilões (acredito meio chupinhados de Star Wars - O Retorno do Jedi) não deveriam ser tão dificeis agora (desde que fosse uma produção com grana e fosse life action, lógico).
Contras: Provavelmente o fato de quem espera o futuro ser parecido com o velho oeste?
O cavalo-companheiro dele, já posso ouvir alguém reclamando e querendo ligar a algo negativo atual (seja lá o que for) fora a dificuldade maior de faze-lo de forma 'acreditavel' sem um bom orçamento (no caso de life action).
A ruiva... não, ela seguia o padrão ruiva - corajosa e inteligente, mas tenho quase certeza que ou alguém reclama de algo aqui ou trocam ela para dar maior representatividade...

Blackstar - um astronalta terrestre entra em um buraco negro e cai em outro planeta resgatado pelos 7 anões espaciais, onde ele consegue metada da Espada chamada PowerStar (a metade dele é chamada Star sword) e luta contra o vilão que está com a outra metade (Power Sword)pela liberdade e etc... acompanhada de Ariel e Ucla... ops digo por uma feiticeira e um ser com poderes transmorficos e com um tipo de dragão como montaria... Filmation na cabeça de novo. https://www.youtube.com/watch?v=-8GNrl1LOV8
Prós: personagem claramente não branco, ponto positivo para a produção.
como não se tem muito desenvolvimento da historia anterior, poderia ser facil trabalhar com um roteiro mais livre aqui.
Contra: os sete anões - sim eu vejo alguém reclamar muito aqui.
Fantasia e Magia, eu gosto do gênero, mas poucos filmes nele se deram bem.
Construir um bom 'mundo alienigena' aqui seria complicado
A montaria e o personagem transmorfo, ambos implicariam em algo custo de produção (no caso de um life action).
Reclamação que o 'outro mundo' precisa de um personagem externo para ser salvo

Thundarr O Barbaró - em um futuro apocaliptico o mundo mergulhou no caos e agora magia existe, onde magos e superciencia escravisam a todos, um homem se revolta e consegue uma espada magica (sun sword, não lembro o nome em portugues) para lutar contra a tirania... e agora sim com Ariel e Ucla... (e antes que alguém fale, sim eu vi que o nome original e Ookla mas nunca soou assim na tv para mim) https://www.youtube.com/watch?v=4I9blXQEHyw além da entrada, tem também um fan-made trailer com um visual interessante... mas bem fora do personagem e que provavelmente seria o mais possivel de acontecer... https://www.youtube.com/watch?v=F67BWWzkyUE
Prós: visual pós apocaliptico, muitos filmes no estilo foram bem.
... saudosismo... eu admito, não sei o quanto ele foi bem nos EUA mas quem não lembra dele aqui
o proprio visual apocaliptico pode facilitar, você só precisa de ruinas, e algumas imagens extras feitas em computação grafica para dar o 'espirito' necessário e a base do vilão, aqui é meio a meio nos gastos de cenarios (para live action)
uma boa galeria de 'vilões' para usar, e até graças ao estilo da série pode se fazer um novo vilão sem muitas reclamações.
Contra: Fantasia e Magia, eu gosto do gênero, mas poucos filmes nele se deram bem.(é... novamente)
muitos monstros e algumas bases de vilões dificeis de trabalhar, incluindo o Ucla (Ookla)
adaptações que tentariam passar, seja pelo logica, ou ciência (como o planeta que passou entre a terra e a lua, e o tempo original onde em 2000 anos, ocorreu tudo isto (destruição da terra, surgimento da magia etc) mas tem tantos 'restos da civilização' me razoavel estado.

Thundercats... ops, já fizeram, não vou me meter neste vespeiro...https://www.youtube.com/watch?v=HcGNqrAtsgg

Mask, grupo secreto que combate o único vilão do mundo... alguns consideram ele um sub-transformers, já que é baseado em um grupo com mascaras... hum... tecnologicas(?) feias mas que davam algum tipo de poder... com veiculos que se transformavam ou surgiam armas... https://www.youtube.com/watch?v=o2Z1yLO9C-Q
Prós - um grupo, logo seria facil instalar representação nele
Set-up ótimo para cenas com carros, lutas e explosões, precisa dizer qual diretor seria ótimo aqui?
Aventura com alguns toques de Sci-fi, boas chances de funcionar
Contras - alguns dos veiculos teriam que ser totalmente modificados, pois poderiam causar riso entre o publico, principalmente o pequeno 'robo'...
Vou ser sincero aqui, não lembro qual a desculpa para os vilões e os herois existirem... aqui pode ser positivo pois se não tiver nada oficial podem trabalhar mais livremente no roteiro. Só achei que M.A.S.K seria Mobile Army Strike Kommand ou algo assim https://www.youtube.com/watch?v=gTZdpdnAxOQ aos 2:38

Dinosaucers... hum grupo de adolescentes encontram dinossauros voltando(?) para a terra... falar mais o que? https://www.youtube.com/watch?v=gy7fO2i9y94
Pro... bem... o grupo de adolescentes já era distribuido... ponto positivo novamente.
o mesmo grupo permitiria o acesso de de personagens mais jovens sem ser os 'guerreiros'
dinossauros... o que precisa dizer mais aqui?
Contras: completo revamp da historia para funcionar.
Dificuldades gerais com os personagens principais em filmes.


E pra encerrar por enquanto... Pole Position dá quase para considerar uma versão de Super Maquina... carros inteligentes, mas com dois carros e dois jovens... com um grupo 'por tras de apoio' não bem especificado https://www.youtube.com/watch?v=EQXqHNHPLHI ah, tecnicamente foi baseado no jogo da Nanco... mas só tem o nome...
Pros: carros, exibições acrobaticas, AI nos carros.
Por ser com carros, poderia rolar apoio de alguma montadora tanto com o carro classico como com o 'futuristico'
Contras: o passo da série era mais investigação lenta com cenas dos shows acrobaticos (que servia para disfarçarem o que faziam realmente) e algumas perseguições; provavelmente teriam que fazer algo mais 'velozes e furiosos' e talvez perdessem o espirito da série.
Quanto dizeram o novo Knight Rider (se não me engano) apagaram a AI inteligente, será que este filme conseguiria trazer a idea de volta?
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2020.06.07 18:27 Commander_BigDong_69 Como caralhos Parasita ganhou o Oscar???

Acabei de assistir e:
Roteiro cheio de furos, atores com pouco a passar, diálogos mais que estereotipados....
Sério, a história parecia aqueles roteiros de pobre X ricos de zorra total ou comedia brasileira. Nos comentários o diretor diz que não há "meritocracia" pelos pobres capazes não conseguirem sair do lugar, mas mesmo na porra do filme todos eles conseguem ficar empregados e ter dinheiro suficiente para se mudar como é dito no filme dele, e só não fazem por......... ??? não entrar na narrativa ou seja: furo de roteiro.
Como caralhos isso ganhou de Coringa e Jojo Rabbit?
Edit: se você discorda, diga o porque. Dizer, "porque é melhor" ou "você não entendeu" é coisa de retardado.
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2020.06.06 19:29 Emillyisaway Reencontro com o menino que eu gostava no primário, que me fez chorar mais que o filme "Marley e eu".

Olá Luba, olá turma, olá papelões mortos, olá editores, olá gatinhas ;) Meu nome é Emilly, e vim contar uma daquelas histórias que parece de filme mas ninguém compraria o roteiro. Vou resumir ao máximo. Eu estava no primário, eu deveria ter uns 5/6 anos, eu não lembro, e eu tinha um crush em um menino lindo d+ que darei o nome de Marley, fazia de tudo por ele e os karaoke (censura de leve), me declarei e levei um fora (vish kk) e depois de um ano o Marley foi embora. Nunca mudei de turma, então todo mundo sabia de mim e do Marley, e claro, me zuaram por isso por muito tempo, nunca esqueci ele por isso KKK. Havia se passava anos dês da última vez que nos vimos, quando do nada, um ano antes de eu me mudar para outro estado (iria terminar o terceiro ano em outro estado, mais perto da minha futura faculdade), surgem boatos que de um menino lindo havia chegado na escola (carne nova) e que todas as meninas queriam e blablabla, não falaram o nome dele em nenhum momento, só um apelido. Fiquei curiosa e queria saber quem era o menino, mas não procurei nem nada. Um dia, eu havia descido da minha sala para ir beber água, e no caminho, eu encontrei um grupo de outra sala e no meio deles, lá estava ele.. Marley era o novo garoto que todo mundo tava atrás. Minha sede passou, e eu fiquei com raiva DO NADA, e fui falar com ele, eu fui grossa (admito) só cheguei e disse "-Oi Marley, lembra de mim??" O Marley me olhou sem entender nada, disse que não e perguntou quem eu era e sorriu, minha postura caiu um pouco, ele também perguntou como eu sabia o nome dele, sendo que nunca havíamos nós falado e que ele preferia o apelido, eu disse o que aconteceu, ele pediu desculpas e a gente conversou um pouco, e assim foi indo. Nós falávamos no intervalo, eu fui a primeira pessoa de outra sala que ele deu o número dele (disse que não era pra passar pra ninguém o número e etc), eu me senti feliz, mesmo ainda estando com raiva dele por algo muito antigo. Arrumei briga por causa dele, muita menina queria me "pegar na saída" por causa disso, mas não liguei, a gente chegou a "sair" uma vez, levei uma amiga junto e foi bem legal, tudo tinha indícios de que ele gostava de mim, e eu já tava começando a me sentir como uma criancinha de novo, e eu não queria aceitar isso! Botei na cabeça que eu queria algo com ele como vingança, e sempre fui muito difícil e evitava ele, mas acabei desistindo disso com o tempo. Me envolvi com outras pessoas e esqueci um pouco dele, mas quando estava com essa outra pessoa, ele mudou de turma para a sala de frente com a nossa, onde ele entrava toda hora na minha turma e conversava com geral, foi quando ele conheceu minhas amigas e minha prima e foi se tornando algo mais próximo. Terminei com um outro lá por causa de brigas e (admito) um pouco por causa do Marley (já tava pensando em casamento),mas, nem tudo são flores. Marley começou a gostar da minha prima, mil vezes mais bonita e mil vezes qualquer outra coisa, ela é perfeita pra krl, eles se beijavam e eu sabia de muitas outras coisas que aconteciam, eu fiquei muito mal e me afastei muito, mas ela iria sair da escola, já que ela iria passar o resto do ano ajudando os avós em algo que eu não prestei atenção. Quando ela se foi, Marley focou em mim de novo, e começamos a ter algo mais sério, eu estava tão feliz com isso, ele era incrível, eu me sentia no céu com ele, achei que era o destino estarmos juntos, depois de tanto tempo separados, havíamos nós visto de novo e plim, magia! (Trouxa) achei que tinha estragado tudo sendo muito dura, mas parecia que não (puts). Passou-se muito tempo, e eu tinha ir embora, eu ia pra muito longe mesmo, 4 horas de viagem me esperavam, era a última vez que veria o Marley naquela escola, achamos que daria certo a distância, mas é difícil. A gente estava de boa, mas um mês antes das minhas novas aulas começarem, ele começou a agir estranho, falando que eu iria encontrar alguém melhor e etc, eu disse que não e blablabla, ele continuou estranho. Um dia, eu estava indo para casa de uma amiga que morava no mesmo estado que eu (amiga virtual, ia ver ela pela primeira vez), no caminho da casa dela, eu estava falando com ele, e ele piorou muito, quando cheguei na casa da minha amiga, ele disse que estava assim pois algo estava voltando e eu não lembro o resto, só sei que eu fiquei chateada pra caramba, mesmo sem entender, depois de algumas horas falando com a minha amiga, contei o que estava acontecendo e ela pegou meu celular e bloqueou e apagou o número na minha frente, disse que eu fui apenas para tapar um buraco (ela sabia da história toda) e perguntou pra mim "-Quem você acha que está voltando?!" E eu comecei a chorar, estava tão feliz, que esqueci que a minha prima só estava passando alguns dias na casa dos avós, e que ela ia voltar, mas eu, não iria. Passei o resto do mês sozinha, sem contato com ninguém de onde eu morava, eu me senti um lixo e horrível, pensamentos de "claro que ele iria preferer ela, olha pra mim! Eu não sou nem a metade" me matavam cada vez mais. Vi o quanto fui burra e que tava tudo na minha cara o tempo todo, fiquei brava com a minha prima e com ele, e nunca conseguia me ver os perdoando, como se fosse culpa deles algo. Após anos, eu vi que eu que me joguei de cabeça, em algo que não poderia dar certo, me joguei pois pensei que ele ter voltado era um sinal, mas na verdade era, era o sinal de que mesmo depois de tanto tempo, eu não mudei, fiz quase o mesmo que fiz o primário, cresci com isso e mudei muito, não sinto raiva de ninguém, já que eles não tem culpa do que aconteceu. Enfim, graças a mudança eu tô em uma faculdade muito boa. É isso Luba e turma, essa foi a minha história, eu sou a universal kkkkk obrigada a quem conseguiu ler tudo, e é isso, bjs <30
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2020.06.01 18:33 epilef_backwards Kaguya-sama é sensacional (ou sobre como o melhor anime de 2019 é uma comédia romântica).

Kaguya-sama é sensacional (ou sobre como o melhor anime de 2019 é uma comédia romântica).
Their focus is on the fireworks...but I'm sorry...I can't take my eyes off of...that face. The sound of my heartbeat is so noisy...that I can't hear the fireworks.
Ao longo dos meus anos acompanhando animes, são raros os casos em que eu encontrei um show que, do ponto de vista unicamente crítico, fosse digno de receber uma nota máxima. Isso porque, bem como todas as "escolas" de cinematografia, a escola de animação japonesa possui certas peculiaridades que são negativas. Uma delas, talvez a mais clara, é a exposição verbal. Esse elemento é utilizado quando o roteiro precisa te informar alguma coisa que o roteiro quer informar para o espectador. O seu problema, no entanto, se dá porque isso é feito de maneira abusiva e literalmente consiste na maneira mais mesquinha possível de conduzir a trama, ou seja, ao invés do roteiro conduzir a trama por meio de um flashback que explore a infância do personagem, ele simplesmente mostra uma conversa do personagem falando sobre o que aconteceu em sua infância. Veja que ao utilizar um flashback o roteiro pode utilizar ele de N maneiras para não somente citar um fato em específico sobre tal personagem, mas, sim, demonstrar o seu contexto naquela situação. É claro que nem toda exposição é problemática, no entanto, seu excesso se caracteriza como um problema de roteiro pois escancara que o roteirista não apresenta habilidade em demonstrar os fatos da obra sem colocar um personagem literalmente narrando o que está acontecendo (algo que acontece de uma maneira inacreditavelmente irritante e patética em Kimetsu No Yaiba). Embora seja um erro, praticamente todas as animações japonesas, mesmo em se tratando dos filmes de animação, utilizam a exposição de maneira usual e sistemática. Isso significa que naturalmente animes tendem a ter mais erros básicos de roteiro e de direção do que, por exemplo, filmes/shows de outras escolas cinematográficas. E, se já são comuns esse tipo de erro mais simples nos mais diversos gêneros, existe um gênero que é afetado de maneira quase que integral pelos muitos elementos clichês e clássicos da cultura de animes: a comédia romântica. O primeiro erro muito comum nas obras desse gênero é a completa sobreposição de comédia e romance, fazendo que um tome espaço do outro quando não deve e que haja constantes quebras de climas, ou seja, tal contexto X é importante para o romance porém o roteiro inventa de jogar um piadinha nele para tentar produzir humor. O segundo erro é a errada utilização de clichês do gênero (o típico caso da personagem, justamente a que vai ser a garota principal, que tropeça e cai nos braços do protagonista....ou o protagonista que iria tropeçar e ela aparece atrás dele para impedir que isso aconteça...). E o terceiro erro é sobre o passo do anime; geralmente, comédias românticas apresentam um passo típico de quem possui taquicardia: ora o anime acelera muito e atrapalha o desenvolvimento dos personagens, ora inexplicavelmente esquece da trama para embutir à força fanservices inúteis. E, em particular, eu nunca tinha assistido uma comédia romântica sem esses problemas, fato que me fez ficar desacreditado com os animes do gênero. Sentimento esse que foi comprovado pelas muitas comédias românticas idênticas, todas de baixa qualidade, lançadas nos últimos anos. Devo dizer, sinceramente, que esperava o dia que alguma iria fazer o mínimo possível para sair do óbvio e do nível mais baixo possível do gênero. E esse dia chegou.
Kaguya-sama é o típico exemplo de anime fácil de criar preconceitos contra e fácil de querer arrumar problemas onde não esses não são presentes. No primeiro ponto eu sou uma prova disso: entrei no anime com um pé para frente e dez para trás justamente pelo histórico dos animes de comédia romântica. No segundo, é fácil caçar problemas quando você analisa um anime de comédia romântica pela mesma ótica de um drama ou de um romance. É claro que animes dos dois gêneros citados terão (ou melhor, deveriam ter) tramas mais complexa e profundas, personagens mais bem desenvolvidos e menos trivialidades, pois isso se encaixa no gênero. Da mesma forma, é claro que em comédias românticas haverá mais espaços para absurdos e efeitos propositalmente cômicos, pois isso se encaixa no gênero. Não é justo comparar a profundidade dos personagens de Kaguya-sama com a profundidade dos personagens de Steins;Gate ou Romeo x Juliet (um drama e um romance). É claro que dizer isso não é equivalente a dizer que furos de roteiro estão liberados, mas, sim, que certos elementos específicos da comédia, que se colocados em outros gêneros resultariam em erros, são permitidos no show justamente por se tratar de uma...comédia. Ao falar isso pode parecer, portanto, que são animes mais fáceis de serem feitos, o que, em parte, pode ser verdade pela não necessidade de uma complexidade da trama, no entanto, essa facilidade abre espaço para que os clichês sejam muito mais acessíveis e mesmo funcionais, pois, se existem gazilhões de animes de comédia romântica exatamente iguais, é porque esse clichês funcionam para o público alvo. Dito isso, vamos aos pontos do show.
Um acerto logo de cara do roteiro desse anime é a sua premissa baseada no "Love is war", pois ela abre espaços que podem ser utilizados pelo roteirista. Como exemplo, ele pode utilizar os momentos das "batalhas" entre os dois protagonistas para tiradas satíricas e bem humoradas. Isso faz que pelo menos metade dos momentos de humor do show já estejam relacionados a um ponto em específico sem que pareça que esse ponto foi criado à força pelo roteiro só porque o mesmo não teve criatividade de montar momentos engraçados. Ou seja: o roteiro precisa se preocupar menos em criar situações malucas FORA da premissa para gerar humor, fato que diminuí o risco de produzir o humor clichê costumeiro nesse tipo de animação. Perceba como mesmo os momentos de humor que não são as batalhas entre os dois ainda trazem um pouco deles evitando mostrar muito para o outro.
Outro acerto do roteiro é na caracterização dos personagens, pois ele utiliza a caracterização clichê dos personagens super inteligentes como modo de subverter o gênero e as nossas expectativas com os próprios personagens, fazendo que seja mais interessante descobrir quem eles são. Além disso, desconstruir essa visão "fria" dos personagens aparentemente top do colégio é muito importante, e muito bem utilizada nesse caso, para humanizá-los e fazê-los serem personagens gostáveis. Isso é essencial na criação do vínculo espectador-personagem, vínculo esse que é perfeitamente estabelecido nesse show, pois ,não somente os personagens são interessantes e únicos, mesmo que em primeiro momento pareçam clichês, eles apresentam camadas e peculiaridades que transformam cada um dos personagens principais em alguém dentro da história, o que é raríssimo em comédias românticas (geralmente sequer há esse tipo de preocupação com os protagonistas, quiçá com os demais do elenco). Algumas pessoas podem achar absurdo o mesmo personagem que é o top 1 do colégio ser brincalhão e até bobo em certos momentos, contudo, é justamente assim que as pessoas são. Nem toda pessoa estudiosa ou dedicada é um robô sem sentimentos. Em fato, a maioria não é assim, e mostrar a parte humana dos personagens é um passo importante para nos fazer gostar de acompanhá-los durante o show.
A direção também é brilhante e apresenta um dos melhores timing cômicos da história dos animes. As piadas, além de engraçadas, servem excepcionalmente à trama e aos personagens, com nenhum caso de transgressão do clima do anime. Sim, é uma comédia romântica que não fica quebrando os momentos importantes com piadas estúpidas...eu nem acreditava que isso era possível. O uso do narrador é cirúrgico à medida que o mesmo somente contextualiza e introduz algumas situações, porém não serve como um roteirista ambulante falando tudo sobre todos e nem entrega os momentos com pistas anticlimáticas (algo que seria muito fácil de ser feito por um roteiro e uma direção menos habilidosa). A direção de arte do anime também é sensacional. As expressões e os rostos desconfigurados dos personagens são completamente hilários (a cena do guarda-chuva me pegou completamente desprevenido e foi um dos melhores momentos assistindo animes de comédia) e servem à trama e ao timing cômico da direção. Na realidade, eu não posso deixar de lado a equipe de animação desse anime, porque de nenhuma maneira faz sentido uma comédia romântica ter uma animação tão limpa, suave e fluída como essa. É claro que tudo isso é melhorado pelo bom controle de cortes da direção, a qual prefere cenas continuadas do que com cortes em excesso (sim, em uma comédia romântica o cara teve a percepção disso!!), contudo, existem muitas cenas fluídas e transições muito bem animadas entre a cara normal da personagem e a sua reação cômica. A parte sonora do anime casa muito bem com os momentos porém não sofre um abuso da direção na tentativa de criar atmosfera. As músicas são utilizadas apenas em momentos chaves ou em momentos propositalmente cômicos (o paralelismo entre a música e a cena é uma sacada cômica utilizada algumas vezes aqui e funciona em todas). Inclusive, a cena dos fogos de artifícios foi uma das melhores cenas, do ponto de vista da direção, de 2019. O fato de a direção ter tido a delicadeza de transformar a cena na percepção da Kaguya foi sensacional. Perceba como tudo que ela fala condiz com o que nós estamos experimentando na cena: todos prestando atenção aos fogos enquanto ela olha para o Shirogane; a ausência do barulho dos fogos; o barulho alto das batidas do coração dela. Tudo isso serve para nos transportar à situação da personagem, uma vez que todo aquele episódio havia se destinado a ela. O episódio poderia mostrar todos curtindo os fogos felizes, contudo, a direção percebeu uma deixa para poder juntar todos os pontos até então postulados na trama em uma cena. Uma das melhores cenas de 2019 e a melhor do anime.
Veredito
Kaguya-sama é um dos raros animes que conseguiram subverter os clichês do gênero de modo a fazê-los servir à trama e aos personagens. Apresenta um roteiro inteligente e cuidadoso no que tange à montagem dos personagens e à caracterização dos mesmos e uma direção que não deixa a desejar nem nos momentos de comédia nem nos momentos de romance. Por essas e outras eu considero Kaguya-sama: love is war como sendo o melhor anime de comédia romântica já feito e, definitivamente, o melhor anime de 2019. E olha só que desde 2006 com Gintama um anime de comédia não era considerado o melhor anime do ano.
Felizmente, Kaguya-sama existe não somente para me provar que comédias românticas podem ser boas, mas, também, para reinventar e mostrar como o humor bem feito pode ser superior às super produções de shounens com batalhas escatológicas.
Nota: 10 (yay, agora temos um trio no topo da lista! (¯▽¯).
Quem diria que o melhor de 2019 seria uma comédia romântica, não?
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2020.05.28 17:51 alanpereira2020 Há algo podre no marketing da sua empresa!

Você já sentiu que algo não está cheirando bem no marketing da sua empresa?
Com muita freqüência, descobrir o papel do marketing na empresa e mostrar as métricas que provam valor real pode se transformar em uma verdadeira novela.
O que acontece quando você decide juntar as peças do jogo e começa a entender melhor os números à sua frente?
Nós da AlanPereira.com que lidamos diariamente com processos de marketing e vendas pela internet, vamos ajudar a explicar melhor como entender a matemática por trás do marketing, ou melhor, o mate-marketing.

O marketing é um item essencial ou “decorativo” na sua empresa?

Mensuração é à base do marketing, e a subjetividade é o vilão da sua produção. É como um filme de grande orçamento, com muitos flashs e efeitos, que parece bem legal, mas se não entendermos o enredo com clareza, é perda de tempo.
Em 2018, 75% dos tomadores de decisão de marketing B2B disseram que a incapacidade de medir os resultados é uma das principais preocupações. Pois, sem uma medição objetiva, fica difícil provar para os outros setores da empresa o quanto é fundamental uma equipe de marketing e o quanto de valor agrega. Pior ainda, alguns CEOs não vêem o marketing como um componente-chave na estratégia de crescimento da sua empresa. E afirmam que o marketing não é importante para contribuir com o sucesso da mesma.
A medição transforma o subjetivo em verdade, e é isso que transforma o marketing “decorativo” em essencial. Pois, se você não consegue medir, não consegue controlar. E é isso que esta acontecendo com a maioria das empresas.

Saia do buraco de medições superficiais e busque a transparência

Analisando seu funil de marketing/vendas. Certamente você entende que cada etapa é importante, desde aprendizado e descoberta, reconhecimento do problema, até a consideração para finalmente, efetuar uma ação ou compra.
O que você pode não perceber é que não está alcançando todos os seus públicos que poderia alcançar, e não os alcançará até que se aprofunde mais nas métricas. Insights e transparência no processo de coleta de dados e em outras áreas da sua empresa são os primeiros passos para sair do buraco das medidas superficiais.
Veja o lead scoring(pontuação de leads), por exemplo. Quando o marketing coleta os dados, mas as vendas escolhem um caminho a seguir com base em suas motivações, é como entregar a um ator um roteiro de Shakespeare e acabar fazendo um pouco de “Friends” . É totalmente inesperado e atende a alguns gostos, mas não tem nada a ver com o público que você pretendia alcançar.
A desconsideração dos dados desperdiça tempo, esforço e dinheiro. Se não houver transparência, você não corrige o curso antes que os dados sejam mal utilizados. É preciso haver cooperação para que todos na empresa possam enxergar todo o funil de marketing, até a ação.
Vendas, CEOs e todas as diferentes bases do marketing devem receber relatórios personalizados para ajudá-los a entender por que seus dados são essenciais.
Isso é matemática que você pode usar imediatamente: quando o marketing e as vendas trabalham juntos, os dois conseguem um crescimento de 400% na receita anual. Vendas e marketing deve ser um conjunto colaborativo, não entidades separadas. Depois de trabalhar juntos, você se diverte de verdade: você pode começar a eliminar seus perdedores de leads de marketing para começar a obter resultados reais rapidamente.

Por que você precisa eliminar seus perdedores

Quem não gosta de cortar projetos ineficazes da programação? Depois de sair do buraco das medidas superficiais e compartilhar a transparência dos dados com a liderança para um entendimento mais profundo, você pode começar a enfrentar o desafio número 2 da matemática de marketing: você deve parar de medir sem atribuição.
A medição sem atribuir crédito à fonte é inútil, e ainda assim a vemos o tempo todo. Isso é especialmente problemático no marketing de mídia social, onde você realiza campanhas simultâneas e sente como se estivesse girando em círculos mais rapidamente do que dançarinos no gelo. Há quantidade, mas onde está a qualidade? 📷 Você já ouviu a história dos cegos e do elefante? Que ao tocar no elefante, cada homem identificou o elefante como um objeto diferente (uma corda, uma árvore, uma folha) com base na parte em que tocavam. Resumindo: suposições e palpites não significam nada sem métricas para se fazer o melhor uso dos dados e informações.
Aqui está um exemplo de quando o crescimento das vendas previsível acontece com o marketing. É uma coisa linda!
Nos últimos 6 meses, sua empresa gastou R$ 5.000 em algum tipo de ação de marketing digital. Esse esforço trouxe 150 leads, convertendo a uma taxa de 10%, gerando 15 clientes. Esses 15 clientes tinham um tamanho médio de pedido de 800 canetas. Suas canetas têm um CPV de R$ 1 cada e são vendidas por R$ 2,50. Aqui está a matemática. Receita bruta – custos dos produtos vendidos = lucro bruto (15 pedidos \ 800 canetas * R$ 2,50 / canetas) – (15 pedidos * 800 canetas * R$ 1 / caneta) = R$ 18.000* (Lucro bruto – investimento em marketing) / Investimento = ROI de marketing (R$ 18.000 – R$ 5.000,00) / R$ 5.000,00 = 260%
ROI de marketing de 260%! Isso significa que, para cada real que sua empresa gastou em marketing digital, isso gerou um retorno de R$ 2,60. Seu investimento de R$ 5.000 valeu a pena, contribuindo generosamente para o resultado final, não se tornando um passivo e custo. 📷 Todas as ações, entradas e comparativos tem que ser atribuídas devidamente nas rotinas da sua estratégia de marketing digital.
Descubra o que não está funcionando usando dados reais e concretos e elimine os perdedores da sua programação. Saber atribuir mostra a diferença entre Shakespeare e “Friends”.

Por fim, dê uma olhada nos modelos de atribuição

Existem vários modelos de atribuição para conhecer, para que você possa medir seu marketing com precisão. Converter um possível cliente em uma venda é ótimo, mas se quiser escalar suas vendas, você realmente precisa saber qual ação e o momento que o processo deu certo.
Se você estiver pronto para ajustar sua matemática para que ela funcione no seu marketing B2B, seja nosso parceiro que ajudaremos sua empresa a entender como valorizar o marketing, avançar, gerar resultados e medir melhor!
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2020.05.28 15:44 samreachers Cinemateca de Quarentena: "Uma obra de arte deve ser como um machado..."

Cinemateca de Quarentena:
https://preview.redd.it/eyhwhbnsei151.jpg?width=400&format=pjpg&auto=webp&s=8712b6a3203ff88c4df1405a4c9b347e0bf7f0b2
Aprisionados por esta quieta calamidade, esta crise coronariana que talvez finalmente inaugure de fato e de direito o século XXI, sobrevivemos com as reservas e ajudas que podemos. Os que estamos impossibilitados de trabalhar, nadando em ócio, recorremos a tudo: Overdose de redes sociais, tentativas de exercícios no quintal ou na área, retorno à espiritualidade, diuturnas D.R.s (discussão das relações), retomada de leituras que antes se acumulavam, revivals e flashbacks musicais via Youtube, e a ordem do dia: Sites de streaming como Netflix e Amazon Prime, ou mesmo os democráticos sites de, hum, não digamos pirataria, mas facilitação cultural fraternalista.
Mais um entre tantos sitiados, vez por outra lanço-me em busca de algum filme ou série, de preferência que me possam instigar. Nessa vibe acabei por ver, em maratônica sequência, a dois filmes: O laureado sul-coreano Parasita e o anglo-americano Vestígios do Dia.
Não tinha a mínima ideia dos roteiros, e foi uma coincidência macabra perceber que tratam, mesmo que lateralmente, de um mesmo tema: Como os príncipes deste mundo são detestáveis. E talvez aqueles que os celebram – muitas vezes ao custo de seu sangue, sua sanidade.
No ótimo Vestígios do Dia (1993), baseado num romance do nipo-britânico Kazuo Ishiguro, um abnegado mordomo (o sempre fenomenal Anthony Hopkins) vê a vida e suas oportunidades de felicidade lhe escorrerem por entre os dedos, sempre ocupados, sempre asseados, sempre a postos em sua subserviência tão inglesa, tão torpe. Mas essa torpeza da servilidade, esse assalto e rapto de sua própria humanidade não é confrontado pelo personagem que, resignado, se anula em seu papel, como um indiano engessado no sistema de castas, até que seja tarde demais. Sua bovina suspensão dos julgamentos éticos sobre aquilo que vê e ouve (“quem é o servo para julgar o seu $enhor?”) dá o tom do absurdo – que pode ser o de muitos de nós, guardadas as proporções e contextos. Seu sorriso impassível, mantido até o final não feliz da trama, arranca piedade (e um difuso sentimento de revolta) de nossos sentidos já anestesiados.
Sem querer, essa celebração tão inglesa dos de “sangue azul” traz à baila, ao menos para nós, não-monarquistas, o eterno questionamento: O que leva homens a servirem a outros que não possuem mérito algum palpável ou mensurável, senão seu DNA? Um indivíduo é elegido para o poder, outro conquista o poder – mas como pode alguém HERDAR o poder? Numa tribo zulu na Suazilândia (única monarquia absoluta do continente africano) ou num café na Piccadilly Circus em Londres, como abaixar a cabeça a não-escolhidos e não-meritórios, mas janotas impostos “pelo destino”? E pensar que mesmo hoje há quem fale em retorno da Monarquia no Brasil. Diabos, não nos bastam os oligarcas e burgomestres? Esses ao menos não se arrogam ter sangue azul, embora melindrosamente (e mais para o espelho, mais para si próprios) vistam a carapuça. Príncipes e rajás: Não em vão o Cristo afirmou que não haverá espaço nos céus para quase nenhum deles...
Sobre Parasita (2019), é compreensível que a película de Bong Joon Ho tenha faturado o Oscar de melhor filme: Se não capturou o zeitgeist, o espírito do (nosso) tempo de uma maneira plural, capturou ao menos o zeitgeist do estado da arte e pensamento pós-modernos: Relativização moral seguida do esforço de re-significação da (de alguma) moralidade, cansaço frente às estruturas de podecoesão, celebração não trágica, mas irônica/cínica do absurdo. Um filme de respeito.
Mas a quarentena infelizmente é longa. Sitiados em nossos sofás, avancemos na nossa matinê, imaginando-nos andando livres lá fora, quem sabe nas antigas seções dos cinemas São José ou Cine Nanci.
Ampliando a mesma linha de questionamentos éticos de Parasita, funcionando como verdadeiras metralhadoras ou roletas russas de solicitações, duas produções, uma de 2015 e outra recente, trazem, igualmente de maneira crua, tal questão.
Em Circle (EUA, 2015), produção independente e barata, 50 atores despertam aprisionados num sinistro ambiente, impossibilitados, sob risco de morte, de saírem de suas posições. Ao centro, uma máquina obscura dispara raios de quando em quando, fulminando um dos convivas do macabro experimento. Mas eles logo descobrem que não há aleatoriedade alguma nos disparos: De certa forma, todos os presentes podem “votar” naquele que irá morrer. O que se segue, embora recorrendo a alguns clichés, é uma célere catarse de julgamentos éticos, exposição de preconceitos e exibição do pior que no homem habita. Nauseante, mas fiel tributário daquilo que a arte deve se propor a ser: Uma perturbação, ou, parafraseando Kafka (que falava sobre livros), “queremos obras que nos afetem como um desastre. Uma obra de arte deve ser como um machado diante de um mar congelado em nós.”
Já no recente O Poço (2019), suspense/ficção científica espanhol que alcançou rápido sucesso e gerou até memes (“Mas não é óbvio?”), a mesma fórmula se apresenta, mas aqui hiper refinada, operando por véus que vão sendo arrancados – onde loucura se contrapõe à loucura, absurdo (estrutural, existencial, totalitário) é respondido com absurdo, num jogo de embaçamento, perda e retomada do sentimento do ético, culminando no esforço final de redenção/superação sacrificial até o encerramento em aberto, abertura de possibilidades que igualmente cumpre a função da arte de perturbação dos sensos.
Se nossos corpos foram lançados à força em nossas desconfortáveis zonas de conforto, que a sétima arte possa dela nos arrancar, com seus questionamentos que, ao exporem nossa miséria, acabam por nos forçar a sermos melhores, a fim de não perecermos.
Sammis Reachers
- https://azulcaudal.blogspot.com/
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2020.05.26 04:11 LouisTheXVII Tem algo de muito sinistro com a mentalidade do povo brasileiro e é esse o motivo por que esse país não vai avançar

O povo brasileiro tem uma mentalidade extremamente quadrada e binária. A vida é um filme da Disney. O mundo é dividido entre heróis vs vilões, anjos vs demônios, e tudo vai dar certo porque o bem sempre acaba vencendo o mal no final. Ver adultos que não evoluíram desse pensamento infantil e acham que a vida é assim é, francamente, assustador. Eu me dei conta que essa maneira de enxergar o mundo elegeu Bolsonaro e o faz continuar tendo uma legião de apoiadores. Ele é o herói do filme da Disney deles e sabemos que no roteiro de filmes infantis, qualquer pessoa que vai contra o herói é vilã e merece tudo de ruim. Eles pensam exatamente assim. A gente zoa "a lista de comunistas" mas na cabeça deles, a lista de comunistas é importantíssima para ver quem é o vilão que está indo contra o herói que vai fazer o bem vencer no final. Por que como uma pessoa boa pode ir contra o nosso herói? tem que ser comunista, portanto "vilã". E não é só apoiadores de Bolsonaro que vivem no mundo da Disney, a maioria dos brasileiros vive nesse mundo. Cheguei à conclusão que esse povo não saiu dos 9 anos de idade e isso é um grande obstáculo para o avanço desse pobre país.
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2020.05.19 22:28 UnicornioHater Destacamento Blood - Novo filme de Spike Lee com Netflix ganha trailer Autor: Edivaldo Lana Spike Lee o vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por Infiltrado Na Klan, esta de volta com um novo filme para a Netflix. https://tinyurl.com/yc36u2bw

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2020.05.19 22:26 UnicornioHater Destacamento Blood - Novo filme de Spike Lee com Netflix ganha trailer Autor: Edivaldo Lana Spike Lee o vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado por Infiltrado Na Klan, esta de volta com um novo filme para a Netflix. https://tinyurl.com/ycuf49xq

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2020.05.18 22:20 epilef_backwards Ordinal Scale é o pináculo de Sword Art Online (no bom sentido).

Ordinal Scale é o pináculo de Sword Art Online (no bom sentido).

Quem poderia imaginar que a melhor produção audiovisual roteirizada por Reki Kawahara seria aquela que a realidade virtual é muito mais real do que virtual?
O recente filme de Sword Art Online, Sword Art Online Ordinal Scale, é, de fato, a melhor obra envolvendo a história iniciada em 2002 pelo autor. No entanto, o que faz ela se separar das outras tantas temporadas e produções de Reki ?
A começar pela história, Ordinal Scale apresenta um novo jogo MMORPG de realidade virtual, o qual leva o nome do filme. Contudo, diferentemente dos demais VRMMMORPGs presentes nas séries e na patética edição extra lançada anos atrás, esse novo mundo leva ao pé da letra a conjunção realidade virtual, ou seja, ao invés de inserir o jogador por completo em um mundo virtual, adapta o mundo real para que ele se pareça com um mundo virtual. Isso significa que os movimentos dos personagens não somente serão emulações criadas pelas sinapses cerebrais, mas, sim, movimentos corpóreos reais, o que significa que, agora, a capacidade física do indivíduo, por exemplo, dita muito sobre como ele conseguirá aproveitar a sua experiência no jogo. Esse novo conceito de realidade virtual utilizado é bastante promissor e, em primeiro momento, bem aproveitado e estabelecido. O roteiro se preocupa em explicar certas mecânicas envolvendo os eventos do jogo e o seu funcionamento. Um dos aspectos que fiquei curioso é como eles iriam adaptar a cidade à realidade virtual, uma vez que não seria muito agradável uma pessoa com um óculos de realidade virtual se movendo de maneira estranha no meio da cidade, muitas vezes podendo machucar, mesmo que sem intenção, outras pessoas. Há uma convincente explicação de como essa adaptação foi feita. Porém, o roteiro apresenta uma falta de explicações sobre a física dos movimentos, pois, se em certos momentos vemos o Kirito tropeçando e rolando por tentar se movimentar como fazia nos jogos 100% virtuais, em outros temos personagens demonstrando habilidades surreais e até impossíveis para um indivíduo real. É como se o roteiro utilizasse a boa premissa dos movimentos serem mais reais apenas quando essa o fosse útil, pois, em outros momentos, certos personagens fazem ações que são muito complexas e, em certos casos, impossíveis para um ser humano normal. Mesmo que o Eiji fosse alguém muito habilidoso e que, em teoria, fizesse exercícios com certa frequência, é muito difícil acreditar que um indivíduo consiga ser tão rápido e ágil a ponto de realizar manobras corporais extremamente complexas, correr muito acima da velocidade comum e possuir reflexos sobre-humanos só porque, em tese, possuí um dispositivo acoplado a si que "aumenta" suas características corporais. Além disso, esse problema não se aplica somente a esse personagem. A Asuna, por exemplo, constantemente em suas lutas contra os bosses realiza saltos, movimentos e ações que claramente necessitam de uma leveza e habilidade corporal incompatível com a personagem. Novamente, mesmo supondo que ela se exercite de alguma maneira, fazer exercícios ou treinar em academias não te transformam em um super-humano capaz de desviar de golpes rapidíssimos ou de saltar em uma altura de ao menos 3 metros. Em suma, o roteiro acerta em certos pontos no estabelecimento de como funciona essa realidade virtual, porém esquece de nos apresentar os conceitos físicos fundamentais para entendermos exatamente como ela se dá. Isso inclui, também, o peso dos escudos, das espadas, das armas e dos demais equipamentos. Os jogadores sentem realmente como se tivessem carregando de um lado para o outro um escudo que aparenta ser de metal maciço e é mais, inclusive, que o seu portador ou uma espada ou uma lança? Não nos é explicado.
Outro ponto a ser notado no roteiro é sobre a introdução de uma discussão bem interessante e que eu não havia pensado quando assisti e ao arco de Aincrad: como os players mais humanos do jogo reagiram à situação? Por humanos, digo aqueles que se perceberam em um desesperador contexto de vida ou morte dentro de um jogo com mecânicas pouco exploradas e que, ao contrário dos abençoados dos amigos do protagonista/o protagonista, não tinham habilidades aparentemente habilidades excepcionais naquele mundo virtual. Ou seja: os players fracos, que não iam para a linha de frente se arriscar nas batalhas contra os bosses e simplesmente esperaram por dois longos anos o jogo ser finalizado. Devo confessar que ao perceber esse fator me animei bastante com o roteiro, pois é uma narrativa instigante, curiosa e que pode apresentar muitas possibilidades para desenvolvimento de novos personagens. Infelizmente, o roteiro apenas toca nesse assunto ao abordar sobre Eiji e Yuna, mas não arquiteta, em nenhum momento, uma explicação mais profunda sobre, simplesmente coloca como eles sendo "rechaçados" socialmente dentro de Aincrad. O cômico é que mesmo em se tratando de um personagem aparentemente fraco, medroso e sem muitas habilidades, Eiji, à época ironicamente com o nick de Juggernaut, frequentava a melhor guilda do jogo, ou seja, era um membro da elite daquele mundo. De qualquer modo, o anime explora pouco essa oportunidade de trazer a realidade dos players comuns ao nosso conhecimento, o que, de fato, é uma pena, porque era um ponto que definitivamente poderia trazer ótimos frutos.
Ainda no roteiro, devo falar sobre a trama do filme. Resumidamente, a ideia do vilão do filme era utilizar as memórias dos personagens de SAO para reconstruir a sua filha na forma de uma IA. Embora seja uma premissa possível e até interessante, sinto que faltou um pouco explicações sobre o funcionamento por trás do plano do vilão, pois, se já é pouco provável imaginar que deixariam passar outra ideia bizonha por trás de um jogo de VRMMORPG, é ainda menos provável acreditar no plano do vilão quando ele sequer é explicado corretamente pelo próprio. Me parece muito mais algo feito no pleno desespero do que no raciocínio de um renomado professor japonês. Novamente, não é necessário que seja algo aplicável à realidade humana, no entanto, deve ser algo minimamente fundamentado, mesmo que em algo que o anime crie. Eu entendo que ele estivesse desesperado pela sua filha, porém não me desce um desespero, que tampouco é aparente pelo personagem, ser capaz de justificar em qualquer plano ideal um homicídio em massa. Na realidade, me parece muito mais com um descuido do roteiro do que um suposto "desespero" do personagem.
Embora existam esses fatores negativos, Ordinal Scale acerta mais do que erra ao fazer algo inédito em Sword Art Online: focar no que deve ser focado. Quando digo isso, quero dizer que a história gira em volta das subtramas principais: o romance do dueto principal e o plano do vilão. Sem perder muito tempo com fanservices baratos -embora existam momentos de fanservice, a maioria cai bem na situação-, enfoques desnecessários em personagens secundários e que não possuem importância para a trama e subtramas em excesso (algo MUITO presente em todas as outras produções de Sword Art Online). Em suma, temos, aqui, um roteiro muito mais maduro e focado, fato que proporciona um entretenimento muito maior por parte dos espectadores, pois o que é visto na tela faz, em grande parte, sentido do ponto de vista narrativo e são aspectos que os fãs da obra querem ver.
Quanto à direção, não realizada pelo criador original da obra, esse ficou apenas no roteiro, ela atua bem na maior parte do tempo, com um ritmo animado, ágil e que faz jus a uma animação com o preparo e o desenvolvimento como essa. As cenas de batalha são impressionantes, apresentando uma animação jamais vista na série (isso porque a animação sempre foi um dos pontos mais fortes de Sword Art Oline) e uma trilha sonora cativante e épica. De modo não menos impressionante, as cenas das vidas cotidianas são orquestradas de maneira a nos proporcionar leveza durante o início do filme, porém tensão, agitação e preocupação depois da marca dos 40 minutos. No entanto, nada disso seria possível sem as excelentes OSTs do filme. Com muitas músicas próprias para o filme, a parte sonora dele é um show à parte, ou seja, não somente ela empolga ou cria tensão e um senso de presságio nos momentos necessários, porém proporciona uma melhoria por completo na experiência. A direção acerta em todos os momentos envolvendo as lutas principais do anime, indo desde as interessantíssimas lutas contra os bosses, com novos efeitos visuais e sonoros, até a luta contra o 100º boss de Aincrad, a qual ficará guardada comigo como um exemplo de luta perfeita. Emotiva, muito bem animada e com uma trilha sonora sublime, é, juntamente à última cena do filme, o melhor momento da animação.
Sword Art Online Ordinal Scale é uma obra que, embora apresente certos desleixos nas explicações sobre a trama e o novo VRMMORPG, demonstra como um escritor pode aprimorar sua capacidade de escrever histórias e como uma direção competente e ciente das expectativas sobre a obra pode realizar um ótimo trabalho ao transformar essa história em algo audiovisual. Ordinal Scale é, definitivamente, o pináculo de Sword Art Online até o momento: com uma excelente direção sonora e visual e um roteiro mais cuidadoso ao que de fato importa para o passo da trama, o filme se desprende completamente do estigma negativo que a série, como um todo, apresenta.
Nota: 8.6.
Kirito e seu visual no novo VRMMORPG.
Análise escrita dia 18 de maio de 2020, 2 anos antes do lançamento do jogo de realidade virtual "Sword Art Online".
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2020.05.06 17:16 lokimano1 MINHA MELHOR AMIGA

Li o texto de um cara que dividiu felicidades com sua melhor amiga e que rolou a melhor noite da vida dele. Fiquei MUITO emocionado.
Estou vivendo uma história parecida, BUT, we have a problem Houston.
No meu caso, nossa amizade se intensificou quando ambos terminamos.. Ela namorava um "colega" meu, e eu namorava uma "colega" dela. Nós dois fomos traídos, nós dois terminamos em uma situação muito complicada.
Começamos a nos aproximar, a amizade se estruturou tão bem que hoje ela é minha única e verdadeira confidente.
Ela tem uma personalidade que me enche os olhos de uma maneira que nunca aconteceu, ela é estudiosa, meiga, simpática, educada e tem uma inteligência emocional incomparável, nem preciso me atentar para a beleza física dela para sentir tamanha atração. (beleza essa, muito abundante por sinal)
A gente se olha de uma maneira diferente. Já chegamos em situações de quase nos beijarmos, mas como o passado complica nossa situação, resolvemos evitar, mais de uma vez.
Eu acredito fielmente que tudo na vida tem um porquê. Nossos relacionamentos passados são dignos de um roteiro de filme de terror, porém ainda sim é nosso único bloqueio para avançarmos uma casa nessa amizade.
Esse ano eu percebi, minha melhor amiga é a mulher da minha vida.
Estou perdidamente apaixonado.
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2020.05.01 04:58 policemymom 2 anos. Amo você.

Amor, não tem nada que eu deseje tanto quanto estar com você nesse dia. Nem sei como começar te escrever algo, você é tão especial pra mim que tudo que eu faço ainda é pouco pro amor que eu tenho, não tem como demonstrar exatamente. Você tem sido encantadora desde o dia que te conheci, eu ainda sinto borboletas no estômago quando falo contigo e quando tô prestes a te ver, igualzinho no começo. Nosso relacionamento é melhor que no início e só melhora a cada dia, não existe isso de os começos de namoro são muito bons, pra nós todos os dias são bons. Amo como você preza por isso, xu. Amo como a gente sabe valorizar as pequenas atitudes que são só nossas, tipo dar um boa noite com um roteiro determinado todos os dias (boa noite, dorme bem, bons sonhos, beijinhos, emoji), se ligar pra jogar, assistir séries e filmes juntas. Tudo isso é muito especial pra mim. Eu nunca imaginaria que ia amar tão genuinamente, um amor que emociona e que me faz querer estar perto de ti o tempo inteiro. E agora eu me surpreendo o tempo todo com a sua capacidade de me fazer amar ainda mais. Queria que você entendesse o quanto você é incrível e importante, queria que você se amasse como eu te amo. Você fez toda diferença pra mim esse tempo todo xu. Pode parecer egoista, mas é muito bom saber que eu tenho alguém que se importa comigo talvez mais que consigo mesma (é como eu me sinto em relação a você), me conforta te ter. Você é compreensiva, você tá sempre presente, você me da todo amor que eu preciso. Além de tudo isso, você é alguém que me encoraja. Você me elogia tanto que eu consigo acreditar em umas coisas, você faz com que eu me sinta segura comigo mesma. Tenho certeza que é com você que eu quero estar o resto da minha vida. Amo quando a gente fica fantasiando o dia do nosso casamento e temos até uma playlist pra isso. Amo ver as coisas pela segunda vez pra poder ver contigo. Amo te acompanhar em tudo. Você é minha pessoa preferida, é com você que tenho as melhores piadas internas e os melhores momentos, é em você que eu penso quando vejo ou escuto qualquer coisa que fala de amor. Amo você inteira, não mudaria nada, amo seu jeito de ser. Amo como você é sincera comigo e como nós sempre esclarecemos as coisas uma pra outra. Amor, você é a mulher mais maravilhosa desse mundo. Amo estar com você e conviver todos os dias, descobrir coisas novas de você, coisas que só você diz e só você faz >só você diz “primeiro de conversa” e tem lichia como uma possível fruta favorita<. Amo como você é única e não tem ninguém nem perto de ser parecida contigo. Amo quando você tá mostrando seus talentos, quando você dança é uma das maiores emoções que eu sinto (sério xu, chorei todas apresentações), quando você manda vídeo tocando e cantando, quando você escreve uma poesia. Você é muito boa em tudo o que faz, você é dedicada e é fantástico te ver fazendo algo que você ama, ou te ver falar sobre algo que você ama. É extraordinário quando você se empolga pra me contar algo, eu sempre amo ouvir o que você sabe ou uma história sua. Você é demais de incrível. Demais de engraçada, inteligente e linda. Ter você como namorada é o maior privilégio que eu tenho e espero ter a vida inteira. Eu te amo, nunca duvide disso. Juro estar contigo todos os dias, bons ou ruins, pra te apoiar em tudo e crescer com você. Obrigada pelos nossos 2 anos de namoro, amor. Você tem maestria 7 em ser a melhor namorada do mundo.
Tô morrendo de saudade do seu beijo, abraço e carinho. Quando estivermos perto nós vamos sair pra comemorar essa data mesmo atrasada ok? Prometo.
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2020.05.01 04:44 policemymom 2 anos. Amo você.

Amor, não tem nada que eu deseje tanto quanto estar com você nesse dia. Nem sei como começar te escrever algo, você é tão especial pra mim que tudo que eu faço ainda é pouco pro amor que eu tenho, não tem como demonstrar exatamente. Você tem sido encantadora desde o dia que te conheci, eu ainda sinto borboletas no estômago quando falo contigo e quando tô prestes a te ver, igualzinho no começo. Nosso relacionamento é melhor que no início e só melhora a cada dia, não existe isso de os começos de namoro são muito bons, pra nós todos os dias são bons. Amo como você preza por isso, xu. Amo como a gente sabe valorizar as pequenas atitudes que são só nossas, tipo dar um boa noite com um roteiro determinado todos os dias (boa noite, dorme bem, bons sonhos, beijinhos, emoji), se ligar pra jogar, assistir séries e filmes juntas. Tudo isso é muito especial pra mim. Eu nunca imaginaria que ia amar tão genuinamente, um amor que emociona e que me faz querer estar perto de ti o tempo inteiro. E agora eu me surpreendo o tempo todo com a sua capacidade de me fazer amar ainda mais. Queria que você entendesse o quanto você é incrível e importante, queria que você se amasse como eu te amo. Você fez toda diferença pra mim esse tempo todo xu. Pode parecer egoista, mas é muito bom saber que eu tenho alguém que se importa comigo talvez mais que consigo mesma (é como eu me sinto em relação a você), me conforta te ter. Você é compreensiva, você tá sempre presente, você me da todo amor que eu preciso. Além de tudo isso, você é alguém que me encoraja. Você me elogia tanto que eu consigo acreditar em umas coisas, você faz com que eu me sinta segura comigo mesma. Tenho certeza que é com você que eu quero estar o resto da minha vida. Amo quando a gente fica fantasiando o dia do nosso casamento e temos até uma playlist pra isso. Amo ver as coisas pela segunda vez pra poder ver contigo. Amo te acompanhar em tudo. Você é minha pessoa preferida, é com você que tenho as melhores piadas internas e os melhores momentos, é em você que eu penso quando vejo ou escuto qualquer coisa que fala de amor. Amo você inteira, não mudaria nada, amo seu jeito de ser. Amo como você é sincera comigo e como nós sempre esclarecemos as coisas uma pra outra. Amor, você é a mulher mais maravilhosa desse mundo. Amo estar com você e conviver todos os dias, descobrir coisas novas de você, coisas que só você diz e só você faz >só você diz “primeiro de conversa” e tem lichia como uma possível fruta favorita<. Amo como você é única e não tem ninguém nem perto de ser parecida contigo. Amo quando você tá mostrando seus talentos, quando você dança é uma das maiores emoções que eu sinto (sério xu, chorei todas apresentações), quando você manda vídeo tocando e cantando, quando você escreve uma poesia. Você é muito boa em tudo o que faz, você é dedicada e é fantástico te ver fazendo algo que você ama, ou te ver falar sobre algo que você ama. É extraordinário quando você se empolga pra me contar algo, eu sempre amo ouvir o que você sabe ou uma história sua. Você é demais de incrível. Demais de engraçada, inteligente e linda. Ter você como namorada é o maior privilégio que eu tenho e espero ter a vida inteira. Eu te amo, nunca duvide disso. Juro estar contigo todos os dias, bons ou ruins, pra te apoiar em tudo e crescer com você. Obrigada pelos nossos 2 anos de namoro, amor. Você tem maestria 7 em ser a melhor namorada do mundo.
Tô morrendo de saudade. Saudade do seu abraço, beijo e carinho. Quero você logo pra gente comemorar os 2 anos fora da data mas pessoalmente, ok? Amo você júlia, daqui até a eternidade. ❤️
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